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1919

“Uma Corporação Empresarial é organizada e conduzida primariamente para obter lucro para os seus accionistas. Os poderes dos directores são para serem empregues para esse fim. A discrição dos directores é para ser exercida através da escolha de meios para atingir aquele fim, e não se estende para alterar o próprio fim, a redução de lucros, ou a não distribuição dos lucros pelos accionistas por forma a poderem ser aplicados em outro qualquer fim.”

Olá…

Isto era o pensar judicial em 1919… Anos passados, quase 100, e temos a miserável Civilização que podemos contemplar ao vivo, a cores, e em 3D.

Enquanto não se voltar a domar as Corporações e mantê-las sob apertada Vigilância e Rígido conjunto de Regras, não temos a mínima hipótese de alterar seja o que for…