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“VENTO QUENTE…”

As novas Florestas da Humanidade… Sim são belas!

E ao contrário destas

que não servem para absolutamente nada, a não ser para abater para criar pasto para gado, ou plantação para produção de óleos para os nossos queridos automóveis, e uma outra outra coisa ligada à cosmética e à indústria alimentar… As Florestas da Humanidade são muito melhores…

Produzem uma coisa sem a qual não conseguimos viver… ENERGIA ELÉCTRICA!

A nossa perseguição diabólica ao CO2 está a seguir um rumo catastrófico… Mas pouco importa… O importante é que temos de construir muitas Florestas da Humanidade para conseguimos baixar os nossos níveis de emissões de CO2, nem que para tal tenhamos que destruir os Seres Vivos que absorvem  CO2 e o convertem noutro gás, que até nem nos faz muita falta… o O2 (oxigénio!).

Mas… tinha que haver um “Mas”…

Um estudo publicado recentemente (podem ler aqui o resumo) concluiu que:

“Our results show a significant warming trend of up to 0.72 °C per decade, particularly at night-time, over wind farms relative to nearby non-wind-farm regions.”

“Os nossos resultados mostram uma significativa tendência de aquecimento até 0.72ºC por década, especialmente durante a noite, nas zonas das quintas de vento relativamente a zonas vizinhas não quintas de vento”

Parece que as nossas Florestas da Humanidade afinal servem para aquecer… Acho que o objectivo era reduzir as emissões de CO2 para fazer baixar as temperaturas (senão qualquer dia cozemos ao ar livre!), mas pelos vistos somos mesmo incapazes de fazer algo de acertado…

E tudo porque continuamos a preferir VIVER de costas voltadas para a NATUREZA…

Termino com uma evidência… As nossas Florestas da Humanidade também não escapam aos “fogos florestais” e ao abate!

 

E não são ELAS que nos vão “salvar”…

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“…. dá ao desenvolvimento sustentável a devida importância”

“…entende que é imprescindível satisfazer as necessidades das gerações presentes sem comprometer as possibilidades das gerações futuras…”

“…Portugal não é muito interessante», acrescentando, no entanto, que o País «ainda tem condições para ser um mercado interessante porque a tarifa é fixa»…”