698…

linha_da_morte

“A MORTE… da HUMANIDADE”

Já fazia TEMPO que não regressava às origens deste espaço de alucinação…

elefantes_2

Mostrar o que realmente somos, e o quão infinitamente alheados somos, da morte que nos rodeia diariamente… Já estamos de tal forma emersos na MORTE, no seu cheiro, nos sons que emite, nas imagens que o nosso animalesco cérebro processa… Que a emersão nos tornou absolutamente insensíveis e verdadeiramente desumanos… Se é que em alguma altura da nossa evolução o fomos…

O que irão ver de seguida está actualmente directamente relacionado com o DINHEIRO e com a FORMATAÇÃO EDUCACIONAL com que as gerações dos últimos séculos têm sido criadas, e com a crença de que isto sim é o nosso MODO DE VIDA…

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galinhas

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porcos

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vacas

Longe da Vista… Longe do Sentimento…

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No final fazemos tudo isto, dia após dia, TORTURAMOS E MATAMOS BILIÕES DE SERES VIVOS por ano, apenas porque nos FORMATARAM  para aceitarmos o facto de que a nossa alimentação é a seguinte

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BOM APETITE!

O mais engraçado é que tudo isto pode ser alterado… Basta que Tu e Eu alteremos a nossa forma de VIVER!

Pois se for feito só por Ti, ou só por Mim… De pouco adiantará!

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34 comentários

  1. Não vale a pena só reclamar, temos que começar por nós as mudanças…

    Vou deixar aqui um texto simples e direto:

    A INCOERÊNCIA DO QUE IGNORAMOS (porque sim e porque queremos)

    “Eu não faço mal aos animais, eu gosto dos animais” (de alguns, pelo menos)…há quem acrescente em tom de ironia: “assadinhos ou no meu prato”

    Sinto-me muitas vezes quase que “obrigada” a calar-me perante factos que para mim são demasiado evidentes, porque a grande maioria não quer saber o que a sua própria consciência lá bem no fundo sabe, e simplesmente não querem ouvir falar disto. Estão no seu direito, não é assim?

    Por outro lado, também eu tenho o direito de dizer o que sei, e partilhar como todos o fazem a minha opinião e sentimentos sobre assuntos que importam para mim (e para muitos mais), logo, tentam-me privar dessa partilha…
    Eu, como a maioria de nós, humanos, que desde criança gostava de qualquer animal de outra espécie que me aparecesse à frente, durante muito tempo permaneci inconsciente sobre esta tamanha evidência (por acaso, até me lembro de quando era bem pequena de não gostar de carne nenhuma).

    Como foi possível não ter perguntas sobre questões tão óbvias?
    Logo, não as tendo, ignorava as respostas, seguia o caminho indicado por todos à minha volta, como se fosse o único caminho possível.
    Entretanto, a exploração dos animais, sempre esteve lá, mas sendo nós educados e crescendo neste meio que ainda apregoa como verdade absoluta que necessitamos deles para a alimentação e não só, somos também “obrigados” de certa maneira a esquecer-nos de como eles são tão semelhantes a nós. Esquecer para não sofrer, pois se tivéssemos a total consciência do que foi a vida e morte “daquilo” que temos no prato, com certeza não o faríamos, ou pelo menos da maneira como o fazemos.
    Consegue imaginar-se a apreciar um cozinhado feito com carne de cão, um Golden Retrivier, por exemplo? De gato? De golfinho? E de outros animais mais queridos pela maioria de nós?
    E admiramo-nos nós da cultura de outros povos??? É que estamos em pé de igualdade…
    Penso que só é possível por não percebermos o quanto todos os animais são especiais pelas suas próprias capacidades.

    Fomos e somos levados também a acreditar que tudo nos seus corpos funciona perfeitamente e muitos à nossa semelhança, menos o cérebro…

    Só que o conhecimento evolui, e o mundo e a ética vai evoluindo de acordo com esse conhecimento e o que antes não sabíamos, hoje sabemos sem margem para dúvidas e se temos raciocínio é exactamente para isto mesmo, para analisarmos os factos e decidirmos sem “pré conceitos” sobre eles.

    Hoje não existem “álibis”. Sabemos que não temos que depender deles para a nossa alimentação e saúde, pois temos amplas e mais saudáveis escolhas.
    Sabemos que eles são semelhantes a nós, portanto, temem pela sua sobrevivência, possuem empatia, possuem os mesmos sentidos (ou mesmo mais) do que nós, ou seja, sentem.

    A célebre frase do Descartes está já desfasada da realidade. Não é “penso logo existo” e sim, sinto, logo existo.

    E o problema deles agrava-se de forma desmesurada com a intensidade da sua exploração. Nunca poderá haver exploração animal “humana” como lhe chamam (irónico), simplesmente porque eles não existem para nos servir desta maneira, muito menos para serem maltratados e explorados na sua curta vida e morte.

    Não é porque podemos, fazemos. A vida não pode ser resumida a isto e embora cada um de nós tenha a sua opinião, penso que concordam comigo neste último parágrafo.

    Também pode-se argumentar que matar para comer é legítimo, mas qual de nós os mata? Sobrevivência é uma coisa, poder escolher com que nos alimentamos, é outra. O que seria dos “comedores de carne” (desculpem-me a ironia, pois os que seguem uma dieta vegetariana também levam com algumas alcunhas no mesmo tom) que dizem “não passo sem a minha carninha”, se não tivessem quem criasse, matasse e desmembrasse estes animais por eles??? Não são carninha, são animais como nós…

    Se puserem à frente de uma criança pequena uma maçã, uma cenoura, por exemplo, e um coelho ou uma galinha (e até pode ser já morta, dessas que se costumam comprar), qual destes ela escolhe para comer?
    Pode parecer que esta é uma pergunta ridícula à primeira impressão. Muitos continuarão a achá-la ridícula após esta primeira impressão, mas se analisarmos sem os tais pré-conceitos, se se quisermos raciocinar de facto sobre isto, veremos mais para além daquilo a que estamos acostumado a tomar como verdade e caminho único.

    Não somos carnívoros por natureza. A nossa anatomia é bastante semelhante à dos herbívoros (pesquisem). Aliás, somos mesmo muito próximos dos gorilas que são enormes, fortíssimos e vegetarianos (não sofrem de problemas nos ossos, nem ficam anémicos, não têm problemas no coração). Na natureza, existe uma variedade de grandes animais que tem uma dieta exclusivamente vegetariana.

    Deveria-se ensinar a todos que o pH do sangue humano é alcalino, e os alimentos mais adequados à sua saúde são os alimentos alcalinizantes, a saber: alimentos vegetais, preferencialmente crus; deveria-se ensinar que os alimentos impróprios à nossa alimentação são os alimentos acidificantes, ou seja: todos os de origem animal (sejam de criação intensiva, sejam de criação biológica), alimentos industrializados e de plantações intensivas, que geram as patologias, as doenças infecciosas e as degenerativas, como cancros, leucemia, arterioesclerose, diabetes, esclerose múltipla, infarto, obesidade, etc, pois todas estas doenças não conseguem sobreviver num ambiente alcalino.

    Quando a proteína animal entra no corpo humano, ela torna o pH do sangue ácido instantaneamente. Se o sangue estiver ácido por muito tempo causa morte, assim, o nosso corpo tem que rapidamente neutralizar a acidez e essa forma é através do fosfato. A única fonte de fosfato no corpo humano são os ossos (os ossos são compostos de fosfato e cálcio unidos). Assim, o corpo humano vai buscar o cálcio e o fosfato aos ossos para neutralizar a acidez e elimina o cálcio pela urina, causando também “pedras” nos rins.

    Todos os estudos epidemiológicos feitos nas populações humanas mostram que todas as sociedades que consomem maior quantidade de proteína animal têm os piores índices de osteoporose, fracturas ósseas, cancros e doenças cardiovasculares em comparação com as sociedades em que predomina a dieta vegetariana como os hindus, budistas, jainistas, adventistas. Eles possuem uma baixa ou nenhuma taxa destas doenças.

    Os Estados Unidos consomem a maior quantidade de leite e carne do planeta e possuem também a maior taxa de osteoporose e doenças cardiovasculares.

    É necessário reaprendermos a comer por demasiados motivos. A escolha é de cada um, mas não escolha uma alimentação baseada em morte, na dos outros e na nossa posteriormente.

    Os seres humanos são animais que viveram por cerca de 4 milhões de anos basicamente com alimentos vegetais crús.

    É que actualmente somos mesmo obrigados a pensar sobre isto, pela nossa saúde e por eles, pois são biliões de animais que sofrem e são mortos anualmente (no mundo e aqui perto de nós) para unicamente alimentar o “paladar” e uma economia que desregula todo o equilíbrio da nossa própria sobrevivência.

    Este “alimentar” não se refere só a alimentação, claro, pois usamos os animais e tudo o que deles deriva em todos os aspectos da nossa vida civilizada. Um simples creme corporal, um desinfectante para a casa, um sabonete…para além de poder conter fluídos de animais, normalmente foi também é testado neles e estes testes, para além de enjaular e matar também biliões de animais, provoca-lhes imenso sofrimento, para além de que sabemos que uma grande maioria destes testes, falha.

    Por isto, pergunto-me mesmo se gostamos de animais ou se elegemos uns poucos a que realmente prestamos atenção e até queremos defender?
    É legítimo, desde que tenhamos consciência de que o fazemos e porque o fazemos.

    Há estudos sobre muitos destes animais que usamos, que nos demonstram o quanto são diferentes da imagem que temos normalmente. Como um dos inúmeros exemplos que poderia dar, a inteligência do porco é equiparada à do cão e à de uma criança de poucos anos (não que eu ache que temos que comparar). Basta pesquisar, pois existem infinitos estudos sobre a senciência dos “outros” animais (não nos esqueçamos que também o somos, certo?). Deixo este link a título de exemplo, porque contém uma entrevista a um investigador português bastante conhecido, António Damásio.
    http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/animais_tem_sentimentos_.html

    É que tudo está de tal modo tão interligado.
    Salvando-os, também nos salvamos a nós de muitas doenças e contribuímos também para a nossa própria sustentabilidade no planeta, pois esta é uma actividade muito degradante com enorme impacto em todo o ambiente.

    Há anos que pesquiso e leio muita coisa sobre variados assuntos, pois tenho muita curiosidade de saber sobre o mundo em que habito para além do dia a dia, estar ciente e fazer opções mais sustentáveis e coerentes para a vida e para comigo própria.
    Confesso que este tema foi dos que mais me “doeram”, pela cruel realidade das suas vidas e morte e porque uma grande maioria de nós faz com que isto exista e com tendência a espalhar-se.

    Ao contrário do que algumas pessoas pensam, ser vegetariano ou vegano não é um fim em si mesmo, mas sim, o meio para um fim. E foi assim que me tornei vegetariana quase vegana (uso ovos das “minhas” galinhas que vivem em plena liberdade).

    Espero que compreendam o que aqui “falo”, e digo isto, pois estou acostumada, para tristeza minha, que me calo algumas vezes para não perturbar o próximo, a que me digam que tenho “manias”, que sou “fundamentalista” e mais algumas coisas, quando a minha intenção é apenas a de contribuir, nem que seja um pouco, para que diminua ou um dia acabe tanto sofrimento desumano e sem nexo de todos os habitantes deste planeta e para que o fruto de inúmeros estudos de tantos investigadores reconhecidos e ao longo de tantas décadas seja difundido de maneira não tendenciosa.
    Também espero que leve algumas pessoas a investigarem por si mesmas, o que aqui está “dito”, pois “na era da informação, ignorar os factos, é uma escolha”.

    É que a saúde “não dá dinheiro”…

    Responder
  2. Simples e directo, mas muito compridoooooo…:)

    Responder
    • Olá natura!!!

      Comprido é simpatia! Mas absolutamente indispensável… É um bom resumo de algumas mensagens que já escrevi sobre este assunto… Pois há medida que o ia lendo ia-me lembrando das mensagens que já escrevi!

      Bjhs😎

      Responder
  3. Estou tentando ser vegetariana e ja reduzi bastante meu consumo de carne, mas, admito que é dificil. A parte isso, continuarei tentando!
    De qualquer jeito os animais sofrem e sao sacrificados. Soube que em El Ejido, na Espanha, os “animais humanos”/imigrantes que trabalham na producao de verduras sao explorados e sofrem todo tipo de abusos!!
    Ninguem escapa da maldade humana!!

    Responder
    • Olá Marcy…

      O problema que referes resulta do simples facto de existirmos sob a SOMBRA do SISTEMA MONETÁRIO, no qual o DINHEIRO e o LUCRO são os deuses… Como tal tudo é admissível quando se idolatram DEUSES… É tal e qual as RELIGIÕES… Mas neste caso andamos com um dos DEUSES na carteira!

      De resto tal como eu… A mudança é difícil pois afinal de contas estamos a alterar um hábito que nos foi implantada desde tenra idade… Basta é querer…

      Bjhs😉

      Responder
  4. Marcy, já somos duas tentando mudar hábitos em relação à carne. Também eu reduzi substancialmente o meu consumo, mas é difícil reverter a formatação que nos impuseram, quando todos à volta nos acham loucos. “Só vais comer isso? Nâo comes carne?” Mas vamos avançando, com um pouco mais de consciência, todos os dias.

    Natura, quanto à sua frase: “Se puserem à frente de uma criança pequena uma maçã, uma cenoura, por exemplo, e um coelho ou uma galinha (e até pode ser já morta, dessas que se costumam comprar), qual destes ela escolhe para comer?”, um argumento contra o vegetarianismo (que li algures, não me recordo onde) diz que uma criança pequena mete tudo na boca. Seja a maçã, a cenoura, a galinha, o coelho, um pedaço de pau, um molho de chaves, o comando da televisão… Por isso, a ideia de que a criança escolhe naturalmente a maçã e a cenoura não abona a favor do vegetarianismo, pois ela pode escolher a galinha ou o coelho (segundo o artigo que li não sei onde…) Eu entendo a sua ideia, e acho importante lutarmos para diminuirmos o sofrimento dos animais. Gostei muito do seu comentário, foca pontos muito importantes. Para mim, os argumentos a favor do vegetarianismo pesam mais que os argumentos contra. Apenas quis trazer aqui este argumento, sem querer de forma alguma provocar conflitos.

    Voz, o que gosto neste blog é a crueza com que analisas o ser humano. Há artigos que são mesmo um soco no estômago… Dão que pensar… E eu, que tenho meio olho aberto, ainda preciso “desformatar” muita coisa. Imagina os que têm os olhos bem fechados…

    Beijos e abraços, bom domigo a todos!

    Responder
    • Olá Lucia…

      E fazes tu muito bem, principalmente a ti própria, ao reduzires o consumo de carnes e outros alimentos não aconselháveis ao nosso organismo…

      Quanto ao que referes das crianças… Temos que nos situar em termos de idades… O que afirmas é verdade para uma criança entre os 8 meses e os 2/3 anos, a partir daí já não é esse o comportamento predominante!

      Quanto ao blogue… Ainda bem que gostas… E assim sendo lê mais esta minha insanidade, tem a ver com o tema da alimentação e o pH do organismo!

      Bjs😉

      Responder
  5. É, Voz, anda tudo louco… E nós, que somos apelidados de loucos, até somos os mais sãos…😦

    Com certeza que a partir dos 3 anos, as crianças terão um comportamento diferente, mas terão elas a possibilidade de escolher o mais saudável em termos de alimentação? Pelo que eu vejo por aí, duvido…

    Se me permites, vou deixar aqui uma sugestão, uma vez que neste texto fazes referência a outros artigos inseridos na categoria “Eu e Tu” (e, sendo este texto mais recente, há-de ter mais visibilidade…). A minha sugestão é simples; provavelmente muita gente aqui já a segue, mas fica aqui a ideia: aprendam a fazer sabões. É uma actividade bem divertida, mas sobretudo, estamos a livrar-nos de dezenas de químicos indesejados e perigosos. Podemos fazer bons sabões cosméticos apenas com azeite e infusões de ervas, argilas e até mesmo frutas. E deixamos de dar o nosso dinheiro, enquanto existir esta sociedade capitalista insana, a essas empresas doentias; deixamos de pagar para sermos envenenados.

    Fica bem, Voz.

    Responder
  6. Hum, tens que me contar como fazes esse líquido, tenho que aprender. Podes partilhar, ou é segredo?

    Leio sobretudo artigos que se relacionem com saúde, e por acaso já tinha lido o artigo que sugeriste agora, muito bom. Ainda bem que eu sempre fui uma mulher avessa a rituais de beleza… lol

    Responder
    • Segredo?!?! ihihih
      Simples :água, bicarbonato de sódio, e gotas de óleos essenciais tudo bem misturado… E pronto!
      Para mim funciona perfeitamente pois tenho cabelo ultra curto (sou preguiçoso, ou melhor calmo😆 )
      Com cabelos de maior tamanho ou volume não sei como funciona, e se funciona! (se calhar é preciso usar amaciador no final (igualmente natural), pois desde os meus 15 aninhos que sou eu que corto o cabelo a mim próprio, e nunca mais o tive “grande”!

      Mas no blogue da EMA tem de certeza indicações de como se faz, ou então as ligações!

      Responder
  7. Pois, foi o líquido que usei hoje, com vinagre de maçã como amaciador. Nem sempre funciona no meu cabelo oleoso, mas já tenho um sabão de argila e urtiga a curar, para servir como champu.

    Já conheço o blog da Ema há alguns anos, obrigada pela dica.

    E não te chateio mais, por hoje…😀

    Responder
    • Minha querida Lucia… Tu nunca chateias…😉
      Tens que deixar aqui ou enviar para email a forma como fazes os sabão/champô para ver se finalmente arranco
      Bjs

      Responder
  8. Olá Voz,bom dia!
    Como tens passado meu amigo? Apesar dos pesares todos aqui em casa estamos bem.
    Por conta da crise financeira estou trabalhando fora para ajudar meu esposo e isso me afastou um pouco da net, eu detesto rotina mas se não for assim entraremos em dificuldades maiores e por hora estamos juntando as poucas moedas para fazermos um “investimento”.

    Aqui no Brasil a cada dia os preços estão a subir,quase não encontramos mais produtos naturais de qualidade por um preço acessível para os de baixa renda, pagamos pela aguá e está faltando direto, o salario minimo vai aumentar e com isso o valor do transporte, do gás de cozinha e mais uma infinidade de coisas. Ai eu pergunto: Ano Novo? O que há de novo? se os problemas são os mesmos.

    Ao que refere-se ao nossos hábitos alimentares assim como as meninas acima também de um certo tempo para cá o consumo de carne diminuiu bastante e principalmente depois daquele seu post Churrascada com Carne.
    Sabe Voz no fim do ano passado muito se especulou sobre o termino deste planeta etc,bem que gostaria que tivesse acontecido mesmo estou farta de estamos a tentar alertar a macacada e sempre escuto as mesmas asneiras ora puxa vida essa turma não acorda nunca? Desde dos primórdios vemos as pessoas fazendo as mesmas coisas e as que seguem um caminho oposto são taxadas de todos os nomes e sobrenomes que se pode pronunciar.

    Exemplo: Aqui em casa ninguém entra sem passar os sapatos no cloro,ai dizem Quanta frescura…… Quando vou fazer suco dizem: Isso é um suco ou uma sopa?
    Hoje em dia nem me irrito mais, até gosto de explicar o porque faço tudo diferente:-)

    Não conhecia o blog da Ema, vou lá surrupiar as dicas de beleza, a tempos não uso nada
    ao menos estou longe de ser uma daquelas que sai de casa toda rebocada,srsrsrrs.
    A mãe do cantor Caetano Veloso morreu com 105 anos e disse que um de seus segredos de beleza era não passar nada no rosto absolutamente nada nem usar batom,fica a dica.

    Voz mais uma vez a realidade que nos mostra é de fazer chorar não de pena dos animais e sim de raiva da falta de vergonha na cara daqueles que não fazem o minimo para mudar de atitude.

    Passar bem, Pri🙂

    Responder
    • Olá Pri…
      Sabes que por aqui nunca cobro nada! Sei bem o quão difícil está a sobrevivência por dias, aí e aqui!
      E se em alturas temos mais tempo para o ócio, noutras nem sequer o temos para pensar nele!
      Já sabes que infelizmente nós Gotas não temos capacidade de alterar o rumo da onda… O máximo que podemos conseguir é sensibilizar outras Gotas para alterar a sua forma de existir e sentir… Nada mais!

      Que tudo vos corra pelo melhor…
      Bjhs

      Responder
  9. Realmente, quanta brutalidade. O caso é que esta espécie, desde que é enxotada da nada, está tão condicionada às pautas de comportamente emergentes de tão macabro engendro, que bem difícil vejo um reviramento deste desastre.
    A maquinação humana concentrada e recreada num video curtinho:

    Um abraço.

    Responder
    • Olá Alexandra…
      Eu tenho a perfeita noção e consciência de que não é durante o meu curto tempo de existência que o reviramento vai ocorrer…

      O vídeo, fantástico! É o retrato REAL do animal humano… Tal e qual… Só não gostei do final da cena dos seres extra-terrestres… Preferia que o fim fosse qualquer mais ligada à Natureza… e à reacção da mesma à nossa acção!

      Bjs😉

      Responder
      • Olá Voz,
        A verdade também não encaixei bem esse final com os extra-terrestres.
        Obrigado a tod@s, pois não deixo de aproveitar, na medida do possível, as respectivas reflexões, contributos e sensibilidades que passam por aqui.
        Beijos.

        Responder
        • Se a razão para o autor os lá ter colocado foi a de estar convencido (tal como eu) de que nós próprios e sem intervenção externa (intra ou extra planetária!) não seremos capazes de mudar e corrigir a nossa miserável evolução, então até engulo! Mas por mim terminava o filme com o SOL a emitir umas tempestades de níveis G5/S5/R5 para nos colocar a um nível semelhante ao de 500.000 anos atrás… Desta vez como já somos “inteligentes” se prosseguíssemos na mesma “onda” então será um claro sinal que somos mesmo a pior espécie que já habitou este pedaço de pó cósmico!

          Bjs😎

          Responder
  10. Octopus

     /  Janeiro 21, 2013 - 23:42

    Obrigado Voz,

    Pelo teu trabalho “inglório” e pelas tuas imagens que valem mais que mil palavras.

    Podemos nunca mudar nada, mas fica a tentativa.

    Tens sempre o minha singela solidariedade, apesar de pouco valer.

    Agrada-me sentir que algumas pessoas, que considero mais esclarecidas, pensam como eu, e isso me conforta.

    Aquele abraço amigo

    Responder
    • Olá Octopus…

      Se conseguirmos mudar um que seja… Já valeu a pena!

      Evidentemente que o facto de ser Louco não invalida que seja Consciente e que tenha perfeita noção de que o que aqui faço mudará em nada o RUMO RUINOSO DA NOSSA CIVILIZAÇÃO…

      Ao mostrarmos aos restantes que afinal não há apenas uma Ilusão de Realidade, pode ser que os poucos, daqui a muitos anos, sejam alguns, e suficientes para fazer a diferença…

      Um Abraço😎

      Responder
  11. aNaTureza

     /  Janeiro 22, 2013 - 00:19

    Olá a todos, olá Lúcia,

    acho que é muito bom falar abertamente, porque só assim é que as pessoas se percebem, umas às outras, ou não, depende…é construtivo, tanto para um lado como para o outro. Não fiz a tal experiência, li e concordei com o que li. Lendo a tua resposta, re-analisei a dita “experiência” novamente, baseando-me na infância da minha filha, pois deixava-a “muito à vontade”.

    É claro que as crianças pequeninas, metem tudo na boca e até poderão comer o que apanharem. Não me parece que uma criança, mesmo na idade que o Voz referiu e que tenha fome e é de fome que estamos a falar, se ponha a comer um animal morto, em vez de uma fruta ou vegetal (se calhar uma lesmazita, um caracolinho…), pois os animais carnívoros por natureza, as suas mães é que lhes trazem inicialmente as presas já abertas e mais tarde vai-lhes ensinando como fazerem sozinhos, porque eles têm garras e potente dentição para isso mesmo, coisa que não possuímos, para além de muitos outros aspectos que deixo mais abaixo.

    O que eu sei é que a minha filha, na altura de começar a alimentar-se com “comida” cozinhada , desenvolveu um problema que nenhum médico conseguiu diagnosticar, nunca. Sei que ela até aos dois anos cresceu a alimentar-se de leites vegetais, legumes e frutas…e cada vez que ia introduzir a restante alimentação, voltava o problema que consistia em vomitar em jactos sem parar. Só paravam após medicação na urgência do hospital e com alimentação que referi introduzida lentamente durante uns dias. E apesar de eu dizer que isto era o que acontecia, não acreditavam e diziam-me em tom de quem decorou, “que tinha que se suspender o leite”. Esta reintrodução de uma alimentação normal, foi tentada ao longo de 2 anos e lentamente foi normalizando. Resta dizer que, tanto o objectivo dos médicos, como o meu era que tal acontecesse, pois nessa altura a “literatura” não estava à mão de semear e não havia ainda tantas evidências comprovadas por muitos médicos e investigadores. Cresceu bem e com muito saúde, apesar disto.

    Nós os adultos, é que as ensinamos, tal como todos os outros animais. Não estamos a falar de extrema sobrevivência (em que não há mais nada para comer), como é óbvio, mas sim da alimentação dia a dia. E nós, quando muito, necessitamos de alguns utensílios se quisermos comê-los, e nesse aspecto, mesmo no meio do “mato”, até desenrascámo-nos. Na civilização, para além de inteiros tb vêm aos bocados, para quem gosta mais de disfarçar (como eu o fazia, as tais “vacas disfarçadas de carne como já dizia o Voz) depois cozinhámo-la e pomos temperos, óleos, etc, pelo menos na maioria dela.

    Não quero maçar, mas é importante que se perceba. É que só é possível optar por ser vegetariano (melhor ainda para todos os animais, vegano) de maneira eficaz, se não tivermos dúvidas sobre a nossa saúde e tudo o resto. É que todas as transformações se dão, quando nos informamos e acreditamos, porque tb é uma questão de crença, pois não somos nós os investigadores…(assim é com todas as nossas opções)

    Tem que se ler bastante e cruzar informações, tanto de um lado, quanto do outro e depois de optar, ir aos poucos e feliz por ir ultrapassando etapas.

    Aqui vão mais uns factos:

    “Embora os humanos pensem que sejam e ajam quase como carnívoros, não são carnívoros naturais. Quando matamos os animais para os comer, eles acabam por nos matar a nós, porque a sua carne, que contém colesterol e gordura saturada, não deveria ser ingerida por humanos, que são herbívoros naturais.” diz William C. Roberts, M.D., editor do American Journal of Cardiology

    O Dr. Richard Leakey, antropologista, resume desta forma: “Você não pode cortar carne com as suas mãos e unhas. Os nossos dentes de trás não servem para cortar carne. Nós não temos caninos grandes e não teríamos como lidar com fontes de comida que necessitassem destes “instrumentos.”

    – O comprimento dos nossos intestinos é cerca de 11 a 12 vezes maior do que o nosso tronco. É a mesma proporção em todos os herbívoros deste planeta.
    O longo sistema intestinal dos homens é, na verdade, um factor de alto risco para aqueles que consomem carne. As bactérias nela presentes acabam por ter tempo suficiente para se reproduzir ao longo do intestino, começando a carne a apodrecer ainda no seu interior. Por este motivo, o consumo de carne é um dos principais responsáveis pelo cancro do cólon nos humanos.
    O tamanho dos intestinos dos verdadeiros carnívoros (hienas, coiotes, ursos, leões, tigres, etc, etc) é de 3 a 6 vezes o tamanho dos seus troncos. Eles têm o trato intestinal curto para que possam empurrar através dele, carne em decomposição (proteína animal, colesterol, gordura saturada, ácidos graxos) e é por isso que é impossível para qualquer comedor de carne legítimo, ter as suas artérias entupidas de colesterol como acontece ao ser humano que come carne, causando doenças cardíacas.

    – Humanos e outros herbívoros suam pelos poros para se refrescarem, não arfam como os cães, os gatos, os leões, os ursos…

    – Não temos garras nas nossas mãos.

    – O ser humano tem enzimas digestoras de carboidratos na sua saliva. Só os herbívoros é que as têm.

    – Os dentes do ser humano são largos, curtos e chatos, como os dentes dos outros herbívoros.
    E os caninos??? perguntam. A maioria tem caninos, incisores e molares, seria impossível para todos os herbívoros comerem frutas duras sem os terem.
    (Já viram o tamanho dos caninos dos gorilas, seres completamente vegetarianos???)

    – As mandíbulas: a mandíbula inferior do ser humano, como as dos herbívoros, vai de um lado para o outro, num movimento deslizante da mastigação.
    As mandíbulas dos carnívoros e omnívoros podem apenas ir de cima para baixo, em movimentos apenas verticais. Não há mastigação nem deslizamentos laterais.

    Alguns videos interessantes só sobre alimentação e saúde:

    http://www.youtube.com/watch?v=1EOF9WJIiL0 – Onívoros? Precisamos de carne? Port – Span – Eng (comparações anatómicas)
    http://www.facebook.com/video/video.php?v=382452725112759 – Forks over Knives (Troque a faca pelo garfo)

    http://www.youtube.com/watch?v=i8FyLcj0d2I&feature=related – O Alimento Importa

    Desculpem, mais um “livro”…a matéria é vastíssima…

    E claro, não falando em outros apectos, como a enorme poluição daí gerada também. Quanto à mão de obra explorada e que sofre abusos, ela existe em todos os meios e na criação intensiva de animais, também não é excepção.

    Responder
    • Olá, aNatureza. Obrigada pelo seu comentário, a troca de ideias é sempre saudável.

      O que expus aqui foi apenas um argumento que li, pois não tenho crianças ao meu cuidado para fazer esse tipo de “experiências” (uso a palavra “experiências” de forma muito livre, fazer experiências com crianças soa-me um tanto sádico…). Aliás, acho que, para quem não está bem preparado sobre as vantagens do vegetarianismo (como eu, ainda tenho muito que aprender e praticar), o argumento de que as crianças metem tudo na boca e podem se alimentar de carne, em detrimento da fruta, pode fazer balançar convicções e colocar muitas incertezas numa mente algo confusa quanto às vantagens dum estilo de vida mais saudável, ainda que visto como algo lunático. O argumento contra parece ser mesmo muito persuasivo, se não nos aprofundarmos na análise. E foi o que a aNatureza fez, sobretudo com a exposição da sua experiência com a sua filha, e agradeço a partilha dessa informação.

      Já conhecia os outros argumentos, sobre o tamanho do sistema digestivo, a forma dos dentes e mandíbulas, a ausência de garras, mas é sempre bom relembrar. Pelo que tenho lido, o sistema digestivo representa um peso gigantesco na nossa saúde. A ideia de que os alimentos inadequados provocam um febre interna, concentrada no sistema digestivo, faz-me muito sentido. Essa ideia li-a num livro que já indiquei aqui, “A Medicina Natural ao Alcance de Todos”, de Manuel Lezaeta Acharan. Sendo um livro antigo, surpreende-me (num bom sentido) a forma intensa com que o autor defende o uso de frutas e legumes na recuperação da saúde, a par com métodos para equilibrar a temperatura interna e externa do organismo. É um dos meus livros de cabeceira, e aos poucos vejo melhoras no funcionamento do meu corpo. Acho que o truque é não sermos radicais nas mudanças, sob pena do organismo sofrer demasiado num curto período de tempo.

      Obrigada também pelas dicas de beleza. O azeite é meu aliado, sem dúvida, tanto no seu uso interno como externo.

      Voz, perdoa-me, que escrevi muito! Não sei ser concisa…😀 Vou colocar aqui a receita do sabão/champu, pois cada um, se desejar, poderá experimentá-la. Prepara-te, que vai ser outro longo texto… E obrigada pelo espaço que me dás (e que dás a todos nós). Parece que aterrei aqui de pára-quedas, mas sabe bem ver que há outras gotas por aí…

      Bjs

      Responder
      • Lucia… Se vires que o texto é muito grande para para o email que coloco como mensagem…

        Já sabes que este espaço é mais teu (vosso) que meu…

        Quanto às experiências… Eu próprio as faço no meu organismo e como guardo os resultados das análises dá para comparar algumas diferenças significativas que ocorrem simplesmente pela mudança da dieta… Além de que também sentimos em alguns casos alterações físicas que damos conta!

        Bjs

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  12. Octopus

     /  Janeiro 22, 2013 - 00:15

    Voz,

    Na nossa irrisória tentativa de mudar das coisas estabelecidas como intocáveis, estarei sempre contigo, mesmo que seja apenas um, vale a pena, é isso que nos faz crer que a mudança é possível mesmo que pretenciosa.

    Não vamos mudar nada, mas pelo menos tentámos.

    Um abraço

    Responder
  13. aNaTureza

     /  Janeiro 22, 2013 - 03:32

    Já que estamos numa de dicas de saúde e beleza, experimentem óleos vegetais biológicos e produzidos o mais próximo possível, e adicionem umas gotas de óleos essenciais preferidos (mas “bio” e naturais, naturalmente), ou pelo aroma ou pelas suas propriedades, não deve apanhar muita luz, de preferência guardar em frasco escuro e deixem “descansar” 3 dias. Este é o método mais rápido, mas pode-se fazer com ervas frescas e neste caso deixem mais ou menos 1 mês a “descansar” no escuro.

    Eu uso para tudo, rosto e corpo, como hidratante, massagens, para as mãos depois de trabalhos mais “pesados” e apesar de ter a pele mais para o oleoso, o facto é que o azeite faz com que equilibre esta oleosidade. E os cheiros são maravilhosos e naturais. Tenho usado muito o alecrim e a alfazema. Dizem que o alecrim, para além de ser ótimo para levantar o ânimo, tb ajuda imenso a memória, mesmo só aspirado e a alfazema, acalma a pele com acne e é bom para desenrugar a pele cansada.

    O mundo das ervas é incrível, é muito benéfico ir aprendendo algumas coisas, pois podemos usá-las para tudo no nosso dia a dia em vez de químicos fabricados e porque também podemos colher algumas espécies que são conhecidas como “daninhas” e mesmo plantá-las. De qq maneira, antes de usar, é necessário que se tenha algum conhecimento sobre elas e há óleos essenciais que não devem ser usados puros, mas diluídos em outros óleos não concentrados.

    Acho que já não comento mais…🙄 😳

    Responder
  14. Tibiriçá

     /  Janeiro 24, 2013 - 03:29

    Caro VOZ sou um irremediável convicto de que pouco vai adiantar gritar no mundo virtual para que as coisas mudem, se não sabemos o quê mudar. Quero deixar uma pálida idéia de como percebo e sei desse mundo que construimos e somos cúmplices. Fomos “criados” pelo alento de um deus carnívoro ao qual chamamos de “UNO” e que está representado em todos os panteões, não importa qual seja a religião o resultado será sempre o mesmo, destruição. Destruimos tudo porque fomos criados pela imperfeição, nascemos com o vírus da morte e passamos toda a nossa vida a destruir, sejam os animais, sejam os vegetais ou qualquer coisa que nos seja posta a frente. Penso que mais do mudar de paradigma, precisamos não cair em outras ideologias que nos fazem caminhar em círculos, mas simplesmente refutar o modelo antroplógico-religioso no qual fomos criados e que só nos leva ao engano. Primeiro para escândalo de todos, deus é uma ilusão assim como nós também somos, enquanto entes “criados”, segundo, o verdadeiro espírito é imortal, pois nunca foi criado, portanto não pode morrer, portanto não pode matar. O dia em que nos dermos conta da vilania, da patifaria em que nos meteram… e deixemos de lado os sentimentos de compaixão com os outros e auto-comisseração e passemos a viver com honra e responsabilidade, só assim poderemos superar essa “vidinha” cotidiana e passaremos a ser verdadeiros seres humanos e divinos.

    Responder
    • Olá Tibiriçá… Antes de mais: Que se passa com o teu blogue que nem consigo ler, nem sequer comentar? Sempre que tento aceder, pois vejo noutros blogues que publicaste mensagem, o tento lá ir vou sempre parar à página de login para as contas da máfia Google! Só os googleres podem aceder a ele?

      Agora quanto ao teu pensamento… Concordo em harmonia!

      Mas se já para se conseguir fazer alguma mudança por mais pequena que seja, por exemplo deixar de consumir refrigerantes industriais, a coisa para algo de outro planeta, imagina tentar o que tu consideras ser o rumo a seguir!

      Isso que ambicionas, e eu também, já não será para a nossa época de animal vivo!

      E da maneira que os animais humanos estruturaram a sua forma de existir, e estão completamente emersos nesta existência de servitude a deuses, sejam eles materiais ou não, tanto nos faz GRITAR NA RUA, ou ESCREVER NA INTERNET… O resultado é o mesmo!

      DEUS (SEJA DE QUE RELIGIÃO FOR) É UM PAI-NATAL…
      Só não o vestimos de vermelho, e infelizmente continuamos (quem “pensa que acredita”) a acreditar no PAI NATAL DEUS mesmo depois de passarmos a fase de criança!

      Vê lá se abres o blogue aqui aos miseráveis não-googleres😆

      Grande Abraço😉

      Responder
  15. Tibiriçá

     /  Janeiro 25, 2013 - 02:16

    VOZ gostaria de ter o teu correio eletrônico.

    Responder
    • voza0db@sapo.pt

      Realmente os passos para chegar a ele não são muito directos! Tens que para o rato em cima do logo ‘0db’ e esperar que apareça a indicação de do Gravatar “View Complete Profile” e só então lá aparece o dito e-mail!

      Abraço

      Responder

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