682…

“NÃO DESPERTES…”

Meu lindo ratinho… Continua nesse estado…

Se por um infeliz evento os teus olhos se abrirem e teu cérebro começar a captar a REALIDADE, é isto que te espera

“Researchers have created mice that are 500 times more sensitive than usual to TNT. They could provide a cheap, fast way to find buried explosives.”

“Investigadores criaram ratos” – geneticamente modificados – “que são 500 vezes mais sensíveis que o habitual ao TNT. Isto pode proporcionar uma forma mais barata e rápida de localizar explosivos enterrados.” (meu realce) fonte

Rato OGM… Criado!

Por falar em OGM, há uns meses atrás foi publicado um estudo sobre os potenciais efeitos das culturas OGM e dos seus fitofarmacêuticos nos organismos… Para variar,

utilizaram RATOS nos testes…

e foram muito úteis… Para quê?

AINDA NÃO SE SABE… Mas que foram úteis, lá isso foram…

E até podia continuar…

E VOU CONTINUAR… Só mesmo para incomodar!

Olha o BOTOX….

Fruto de interminável e incansável publicidade e lavagem cerebral, as mulheres (grupo alvo prioritário) com o seu pânico, induzido pela “Caixa Mata Cérebros”, acabam por ir levar umas injecções nas trombas, desculpem, na face!

E tudo graças… AOS RATOS, claro!

Este da frente parece que não gostou lá muito do BOTOX, mas que ficou esticado, ficou…

Eu bem sei que queriam ver mais… Mas por agora chega!

Resumindo…

RATOS?

Vão morrer longe…

E já sabem, a melhor forma de existir é estar sempre

LIGADO

E se virem algum desligado a vos chamar para assinar uma petição, ou para vos falar sobre este tema… dos RATOS… Fujam… Caso contrário o vosso cabo rebenta e depois não há regresso possível…

“Dorme meu Lindo… Dorme…”

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7 comentários

  1. Olá Voz… Que bom que voltaste!

    Não adianta nada fazer apelos porque pura e simplesmente, o ser humano não respeita a vida, muito menos os ocidentais… são de tal forma arrogantes, que pensam que a vida deles é a mais valiosa do universo e que a dos outros seres não vale nada! É uma coisa incrível e que me revolta. Cada vez recebo mais apelos e petições, o que quer dizer que não há retrocesso nessa forma asquerosa de ser. Para ter, o humano passou a usar e abusar do ser e de tal forma, que chego a desejar por vezes a extinção da nossa espécie… a ver se as outras deixam de sofrer tanto.

    É uma coisa doentia o ser humano!👿 😦 😦

    Um beijinho, amigo querido

    Responder
    • Olá Fadinha… Esta última semana, desde 5ª feira passada, foi para apagar da memória… Tenho que puxar o autoclismo memorial!!!

      Quanto ao que escreves, é a REALIDADE e como tal nada mais posso acrescentar.

      Bjhs a todos😉

      Responder
  2. Anónimo

     /  Novembro 9, 2012 - 12:13

    Somos uma espécie muito boa a destruir tudo o que gira à nossa volta.
    Voz, quando as coisas são colocadas desta forma como acabaste de colocar, a coisa fica muito mais dura.
    Tenho de aprender a puxar o autoclismo mental de vez em quando, para ir à luta de cabeça fresca. Não tenho grande feitio para me alhear das coisas. Feitio de merda, porque depois as horas de sono é que pagam.

    abraço
    Krowler

    Responder
    • Olá Krowler…

      Eu até choro… por isso entendo bem o que escreves.
      Já não vejo outra forma de colocar estas REALIDADES, mas tenho a perfeita noção que nem assim as pessoas vão mudar os seus comportamentos.

      Abraço😉

      Responder
  3. aNaTureza

     /  Novembro 11, 2012 - 05:16

    Oláaaaaaaa!
    estás bom, amigo?

    Apeteceu-me deixar aqui isto (texto tirado do documentário Earthlings, quem não o viu que veja e o partilhe, o texto e o link, pode ser que alguém tenha a coragem de encarar as “coisas” de frente:

    Terráqueo – aquele que habita a Terra

    Uma vez que todos nós habitamos a Terra, somos todos considerados terráqueos.
    Não há sexismo, racismo ou especismo no termo “terráqueo”. Ele abrange cada um de nós: de sangue quente ou frio, mamífero, vertebrado ou invertebrado, pássaro, réptil, anfíbio, peixes e humanos.

    Os humanos não sendo a única espécie do planeta, compartilham este mundo com outros biliões de criaturas já que todos vivemos aqui juntos.

    Entretanto é o terráqueo humano que tende a dominar a Terra, frequentemente tratando outros seres vivos como meros objectos e é isto o que significa “especismo”. Por analogia ao racismo e sexismo, o termo “especismo” é um preconceito ou uma atitude tendenciosa em favor dos interesses dos membros de uma espécie contra membros de outras espécies.

    Se um ser sofre, não há justificação moral para se recusar a levar esse sofrimento em consideração. Não importa a natureza do ser, o princípio de igualdade requer que o sofrimento deva ser considerado igual ou semelhante a qualquer outro ser.

    Racistas violam esse princípio de igualdade dando valor aos interesses da sua própria raça, quando há conflito de interesses. Sexistas violam o princípio de igualdade, favorecendo os interesses do seu próprio sexo.
    De forma similar, especistas permitem que interesses de sua própria espécie se sobreponham a interesses de outras espécies.
    Em cada um dos casos, o padrão é idêntico. Eles estão entre os números da família humana que reconhece a imperativa moral do respeito: todos os humanos são alguém, não coisas.

    Moralmente, o tratamento desrespeitoso ocorre, quando aqueles que se encontram no poder e têm relações de poder, tratam os menos poderosos como se fossem meros objectos. O estuprador faz isso com as suas vítimas, o pedófilo faz isso com as crianças que ele molesta, o senhor com o seu escravo. Em cada um e em todos estes casos, humanos que têm poder, exploram aqueles que não o têm.

    Pode o mesmo ser verdade para como os humanos tratam os outros animais, os outros terráqueos?

    Sem dúvida existem diferenças, uma vez que todos os terráqueos não são iguais em muitos aspectos. A questão da igualdade usa uma outra face. Concordamos que todos estes animais não têm todos os desejos que um humano tem. Concordamos que eles não compreendem tudo o que nós humanos compreendemos. No entanto nós temos alguns desejos em comum e compreendemos coisa que eles também compreendem. Os desejos por comida e água, abrigo e companhia, liberdade de movimentos e o desejo de não sentir dor e quererem viver.

    Estes desejos são compartilhados por todos nós, humanos e não humanos.

    Como os humanos, muitos animais não humanos entendem o mundo no qual vivem, senão eles não poderiam sobreviver. Então, apesar de todas as diferenças, há igualdade. Como nós, estes animais incorporam o maravilhoso mistério da consciência. Como nós, eles não estão somente no mundo, como também estão cientes dele.
    Como nós, eles são o centro psicológico de uma vida que é somente sua.

    Nestes princípios fundamentais, os humanos estão lado a lado com porcos, vacas, galinhas, perus e todas as outras espécies.
    Qual é a nossa obrigação para com estes animais, como devemos tratá-los, são perguntas cujas respostas começam com o reconhecimento das nossas semelhanças com eles.

    O vencedor do prémio Nobel da literatura Isaac Bashevis Singer (escritor judeu-americano) escreveu no seu livro de maior sucesso “Enemies” o seguinte: “por mais que Herman tivesse testemunhado o abate de animais incluindo peixes, ele tinha sempre o mesmo pensamento: no seu comportamento em relação às outras criaturas, todos os homens são nazistas”.
    A presunção com a qual o homem pode fazer o que quiser com outras espécies, exemplifica as teorias racistas mais extremas. A comparação com o Holocausto é intencional e óbvia. Um grupo de seres angustia nas mãos de outro. Embora alguns possam argumentar que o sofrimento de outros animais não possa ser comparado com o sofrimento de judeus e escravos, há de facto um paralelo. E para os prisioneiros e vítimas destes assassinatos em massa, o seu holocausto está longe do fim.

    (Continuamente são biliões de seres criados em péssimas condições, torturados e abatidos de maneira cruel para nosso usufruto nas mais variadas vertentes do nosso quotidiano)

    No seu livro “The Outermost House”, Henry Beston escreveu:
    “Precisamos de um outro conceito mais sábio e talvez mais místico, em relação aos animais e tudo o que nos rodeia.
    Removido da sua natureza universal e vivendo valores artificiais, fabricados pelo lucro, o homem civilizado examina as outras criaturas através da lente do seu pouco conhecimento e vê uma imagem distorcida.
    Tratamos os animais com condescendência, pelo trágico destino de terem um cérebro tão inferior ao nosso…
    E é aí que erramos, pois os outros animais não devem ser medidos pelo homem.
    Eles movem-se num mundo mais antigo e completo do que o nosso, dotados com a extensão dos sentidos que perdemos ou nunca os alcançamos, vivendo vozes que nunca escutaremos…
    Eles são outras nações, apanhadas connosco na rede da vida e do tempo”
    Este filme mostra de cinco maneiras como os animais servem a humanidade:

    Se alguma vez disse que gosta de animais, atreva-se a pensar com real consciência sobre isto, pois só assim é que poderemos contribuir de facto para que não existam tantos seres em excessivo sofrimento.
    “Longe da vista, longe do coração”, é assim que se perpetua e se faz parte de algumas coisas que normalmente não pensamos e não queremos saber, porque assim foi e é o exemplo que recebemos.
    Todos os outros seres são inferiores a nós, porquê?
    Necessitamos mesmo que tudo isto aconteça?

    beijinhos querido guerreiro😥

    Responder
    • aNaTureza

       /  Novembro 11, 2012 - 05:41

      Foi este o filme, que há alguns anos me fez ver mesmo o mundo real, porque me pôs a pensar que tudo está interligado. Já sabia de muita coisa, mas este foi a tal pílula que engoli e que me fez ver com tal clareza tudo o que me cerca. Pena tenho que quem realmente devia ver, se recuse porque gosta do mundo de faz de conta…e assim…

      Responder
    • Olá Amiga aNaTureza

      Bom?!? Nunca ando, nem nunca andarei… Eu e Tu e mais uns poucos que conhecemos…

      Esta pequena amostra da realidade devia passar em substituição dos telejornais das 20 horas nos 3 canais de sinal aberto (pago por todos nós)…

      Também eu já sabia de muita realidade oculta aos olhos dos deambulantes quando vi pela 1º vez este filme… Não foi uma revelação, foi apenas mais uma duríssima constatação da realidade… Mas nem por isso provocou um menor ou mais débil sentimento de aperto no peito…

      Agora, um aparte, sobre a palavra terráqueo…

      Quem é que deu o nome de Terra a este Planeta?
      Para mim tinha mais lógica ser o Planeta Água
      Assim como nós, os que vivemos em terra, fomos os que atribuímos o nome a este calhau a viajar no espaço, a palavra é fundamentalmente a expressão de nós, e não de todas as espécies, pois nós, não nos importamos com nenhuma espécie, nem mesmo com a nossa…
      Bem… Mas isto já é conversa de maluco!

      Já o gravei para o disco pois este está com legendas incorporadas e é melhor para ir para os outros locais de armazenamento de vídeos…

      Um destes dias escrevo outra vez sobre ele, a 1ª vez foi em Novembro de 2009 e já vi que o vídeo foi removido pois a minha msg 64… está(ava) sem vídeo!

      Bjhs Amiga😉

      Responder

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