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“NÃO TER MEDO DE PERDER… POR PENSAR DIFERENTE”

Estamos em altura de contágio, não viral, mas CEREBRAL

E graças à aNaTureza que deixou num comentário um vídeo, que é por demais importante para se ficar por um comentário, deixo a seguir o vídeo daqueles que ousaram PENSAR DIFERENTE, mas acima de tudo COLOCARAM EM PRÁTICA… Não esquecer que tal como já escrevi eles também PERDERAM MUITO…

Ah… Melhor que tudo, foi um vídeo feito por portugueses e islandeses, e está com legendas em português…

Está na altura de começar a PENSAR DIFERENTE… E não ter MEDO DE PERDER… Afinal de contas já estamos a PERDER E MUITO e nada de substancial se ALTEROU!

Em 21 de Fevereiro de 2011 mostrei aos que me seguiam um EXEMPLO a seguir… Infelizmente não seguimos NADA!

E assim com um pequeno, GRANDE, exemplo de como se pode MUDAR, vos deixo então sossegados para verem o filme!

Infelizmente ainda não consigo ter aqueles breves momentos de optimismo como a aNaTureza pois quando oiço e leio os portugueses, a MAIORIA ainda não sabe que há outras direcções que PODEMOS E DEVEMOS TOMAR…

Vamos lá ver o Filme!

1. iceland-people-bilding-a-revolution

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42 comentários

  1. Meu caro amigo Voz, muito obrigada por partilhares este filme! aNatureza, muito obrigada por teres deixado este belo filme num dos teus comentários!

    Sabem, depois de ouvir o que é dito no filme, duas reacções antagónicas explodem no meu interior: uma reacção foi, e podem acreditar, ficar com lágrimas nos olhos ao perceber que afinal há bem mais seres humanos capazes de uma compreensão sensata e solidária do que julgava! Até me senti um pouco menos “louca”, senti alegria, e de certo modo algum apaziguamento nas minhas eternas preocupações sociais. A outra reacção foi a de uma tristeza profunda pela incapacidade que tenho de conseguir que aqueles que me rodeiam compreendam, que vejam que pensar pela própria cabeça compensa, que a mudança acontecerá se conseguirmos mudar nós próprios. É de dentro para fora que se muda. É do individual para o colectivo que se muda!

    Enfim, parece-me que, apesar de tudo, ainda há esperança para o ser humano…

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    • Olá Isabel…

      Por mais que possam tentar fazer vista grossa para a REALIDADE, felizmente ela existe e está aí para ser observada e compreendida…
      Mas continuo a não alterar a minha percepção da Islândia. Eles conseguiram e estão a efectuar estas mudanças radicais pois são um Povo com um número reduzido de habitantes. Em 2011 eram +- 319.000 o que demonstra bem a dimensão a que me quero referir. Por exemplo a cidade do Porto tem +- 237.000 habitantes e Matosinhos +- 175.000, são cidades territorialmente unidas e já ultrapassam a população total da Islândia… E sinceramente não vejo estes cerca de 412.0000 habitantes a conseguirem alterar o Sistema! Primeiro porque muitos nem sequer sabem como funciona ou o que é o SISTEMA, e segundo porque ao longo das últimas décadas foram perdendo a capacidade de aprender e de viver em comunidades!

      Infelizmente acho que vamos seguir a pior via… Vamos mudar e perder não por vontade própria mas por imposição… e à força, obviamente!

      Bjhs😉

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  2. Olá Voz,🙂

    Estamos em sintonia.😉 Por incrível que pareça este documentário lá no “guerra”, já teve mais de 500 visualizações, em poucas horas, assim como outros posts que fiz sobre o exemplo islandês, que não sei como, alguém coloca no fb… Isso só pode ser um bom sinal. Divulgação. Só ainda não entendi o que se passa com os portugas, pois disseram-me que esta excepção já é conhecida de quase todos…
    Um beijinho.

    Responder
    • Olá Fadinha,

      “pois disseram-me que esta excepção já é conhecida de quase todos…” Quem disse e já agora o que essa pessoa entende por “quase todos”?!?

      Espero bem que muitos vejam, mas não te esqueças que “quase todos” não têm acesso à net e muitos dos “quase todos” que têm não andam propriamente atrás disto!

      Bjhs😉

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    • Anónimo

       /  Outubro 4, 2012 - 22:15

      Olá Fada, no meu PC de casa a pagina do Guerra fica bloqueada. Deve ser do pC porque no escritório funciona bem, apesar de não ter a mesma disponibildade para ler. Tenho conta no Face e participo no Geração à Rasca. Apesar daquilo parecer uma feira, sempre posso publicitar o Guerra. Os outros posts não fui eu que coloquei.

      abraço
      Krowler

      Responder
      • Olá Krowler,

        Pois fico com pena que não possa aceder ao blogue…😦 como diz o Voz, a máfia do google não pára.👿

        De qualquer forma obrigada pela sua partilha, embora eu não tenha conta no fb, tal como aqui o nosso amiguinho Voz, mas fico contente pela divulgação.

        Um abraço

        Responder
        • Anónimo

           /  Outubro 7, 2012 - 23:58

          Fada

          Uma das poucas vantagens do Face é conseguir meter na rua 600.000.
          Pode ser que dentro em breve consiga um milhão. Aí temos assunto.

          abraço
          Krowler

          Responder
          • Mete na rua… Mas vão sem eira nem beira!😆 Desses 600.000 quantos saberão qual é a raíz do problema das actuais Sociedades?😯

  3. Pois é Voz, mas para os alienados dos meus irmão mais novos me dizerem isso… deduzi que estariam certos…

    Responder
    • Tens que lhes perguntar ” O que entendes por quase todos?” e se a resposta começar por “ahhh uhmmmm bem” então já sabes a resposta!😆

      Responder
  4. aNaTureza

     /  Outubro 3, 2012 - 23:21

    Bom, bem sei que a população da Islândia não tem comparação (a nível de número e educação), mas aquela frase feita do “pensar globalmente, agir localmente” é bastante correta, o que faltará para isso é os que os “sabedores” da realidade têm que sair tb do seu círculo e tentar comunicar o que sabem a mais pessoas, pois elas pensam que estão até bem informadas.

    É difícil, sabemos, mas penso na postura que muitas vezes temos de um certo desprezo pelas pessoas que ignoram muitas coisas, às vezes tb porque o querem, o que tira qq um do sério, é verdade.
    Mas acho que temos que perceber que não chegamos a lado nenhum se começamos a comunicação do que queremos com esse sentimento.
    Tb sei que muitas vezes é tão difícil estar calmo quando as pessoas não percebem o que é tão nítido para nós. Mas a realidade é esta. Ou nos adaptamos a estes para essa transmissão do que sabemos, ou não seremos ouvidos.
    Isto tudo irá depender daquilo que queremos mesmo, mudar com empenho ou achar que não vale a pena e assim ficarmos como os outros a quem queremos transmitir alguma coisa, ou seja, não alteramos nada, a não ser nós próprios, o que não basta.
    Uns levam muito mais tempo a acordar, é preciso ter um pouco mais de paciência (claro, depende dos dias).
    Sei que é complicado, pois a maioria das pessoas pensa no seu “umbigo” e o tempo que resta depois dos seus trabalhos em que não se revêm, querem mesmo é não pensar em problemas.

    Agora é muito mais fácil explicar e perceberem que os estado em que estamos não nos levará a lado nenhum, antes pelo contrário, andamos a afundar e ainda por cima, globalmente.
    Chegou a altura de nos empenharmos mais na partilha do que sabemos, de maneira mais eficaz, ou seja, com mais respeito pelos que ainda não chegaram ao que já sabemos, porque o sistema formata as pessoas, elas simplesmente não vêem muita coisa.
    Claro que dependendo da situação, o modo “alterado” poderá tb resolver, mas de uma maneira geral, parece-me que não funciona…

    Continuo com o modo optimismo a funcionar.

    Isabel, acho que todos nós (os críticos) temos normalmente estes sentimentos antagónicos, mas por outro lado, acredito que a maioria das pessoas o que precisa é que se lhes dê atenção e que se lhes fale, não como se tivessem do outro lado, mas como se já fizessem parte da solução, pois só conseguimos mudar a nós próprios se tivermos consciência do que está errado e é por isso que temos que continuar a partilhar o que sabemos.
    Temos que por de parte o ego e sermos simples na transmissão do que queremos e não desanimar (não é fácil)🙄

    abraço a todos 😉

    Responder
  5. aNaTureza

     /  Outubro 4, 2012 - 01:46

    Estas frases (gosto de frases feitas que se encaixam), mostram o que acima escrevi:

    “Tudo o que o homem não conhece, não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento”. Carlos Bernardo González Pecotche

    “As pessoas estão tão acostumadas a ouvir mentiras, que sinceridade demais choca e faz com que você pareça arrogante.”

    “Um homem só pode montar nas suas costas se elas estiverem dobradas.” Martin Luther King

    “As pessoas estão de gatas há tanto tempo que pensam que estão de pé.”

    e “Obstáculos são aquelas coisas que nós vemos quando tiramos os olhos dos objectivos”

    Responder
  6. aNaTureza

     /  Outubro 4, 2012 - 05:29

    Quando percebermos que somos o problema, percebemos que podemos ser a solução

    “Se desejarem mudar o governo, não se foquem em mudar o governo,não chegarão a lado nenhum. Têm de mudar as corporações,porque o governo é apenas um fantoche das corporações.
    Bem, se desejarem mudar as corporações terão de mudar os consumidores. Deixámos de ser cidadãos para passarmos a ser consumidores. Somos nós que alimentamos as corporações que temos de mudar.
    Então, uma vez que tenhamos descoberto que somos parte do problema, então, poderemos, finalmente, ser parte da solução.”
    in a Arte do Poder

    E é isto fundamentalmente que as pessoas deverão perceber senão, depois não reclamem.

    Responder
    • Olá Ana… Infelizmente a origem dos problemas não são as Corporações… E se as tentarmos modificar dentro do actual quadro apenas criaremos mais miséria para os já miseráveis…

      Responder
  7. Olá, Voz:

    Olharei o filme assim que consiga o momento certo.
    Entretanto, não quero deixar de agradecer as oportunidades brindadas no “teu” espaço (ao que cheguei através de Isabel G, FaceDaLetra) ao conhecimento e reconhecimento de outras vontades e outras vozes que pulsam detrás da “linha de direcção” que por força leva uma comunidade humana determinada.
    Também penso que as coisas não são nada fáceis, no sentido que expõe aNatureza, como sei de quem verdadeiramente perde por pensar diferente, embora ao sistema não lhe interesse mais que a desfaçatez de quanto o cavalga. Tem muito de triste. Vem-me à cabeça outra frase “El mundo es ancho y ajeno” do livro do escitor peruano Ciro Alegría, pois parece-me aproximar algo a quanto tem de amplo e alheio o mundo, mesmo nas realidades mais póximas que nos circundam. Também acho importantíssimo, no sentido que aponta Isabel o valor do pensar individual no caminho colectivo, pois alguma coisa aprendi dos perigos do comportamento grupal humano e as “novas” particulares indefensas que pode gerar.
    Enfim, a toxicidade do sistema é brutal e algo levaremos tod@s, ainda que à medida que actualizamos a nossa consciência, não queiramos que se nos pegue. Ainda a propósito de frases, parece-me “que querer não é poder”.
    Um abraço.

    Responder
    • Olá Alexandra… Realmente só quando o Indivíduo voltar a existir em número maioritário é que teremos uma hipótese de alterar a sociedade actual… Pois ao contrário do que aparenta, esta actual sociedade não quer Indivíduos.
      Abr😎

      Responder
  8. Olá Voz
    Gostei muito da esperança que o vídeo transmite. Temos de olhar para as semelhança (a crise económica com origem nas finanças) e não para as diferenças (o tamanho da Islândia).

    Num país em que o ministro das finanças, na discussão de uma moção de censura, declara que as pessoas da manifestação de 15 de Setembro são “o melhor povo do mundo e o melhor ativo de Portugal” algo mais precisa de ser feito. Não sei se lá vamos só com tachos e panelas.

    Responder
    • Olá Amadeu… Bem-vindo a este nosso espaço.

      Quando se identifica a fonte do problema não é boa ideia continuar a utilizar as mesmas regras oriundas do problema, na ilusória esperança que alterando uma coisa aqui e outra ali a situação se altere radicalmente…
      Temos que olhar para tudo, semelhanças e diferenças, mas também não podemos ser distraídos ao ponto de acreditar que a população portuguesa esteja preparada, ou melhor, ciente do que é preciso fazer para inverter o rumo actual.
      Fomos todos formatados pelo sistema para agir de determinada forma, seguindo um sem número de regras e restrições e punições… Fomos moldados para sermos “robôs” de uma Sociedade que agora já não vê qualquer utilidade nestes “robôs”… e o Sistema está a fazer o possível por “cuspir” aquilo que o está a engasgar!

      Para coisas de menor gravidade, como o caso do Canadá e das propinas, tachos, panelas e +- meses serviram para algo…
      Mas para cá não servem para nada, a não ser para cozinhar!

      Abr😉

      Responder
      • Olá Voz
        Mas se a “população portuguesa” não está preparada ou ciente, que fazer ? Subcontratam-se marcianos ? Aposta-se numa elite de iluminados auto promovidos a tal ? Fecha-se o país e o último a sair apaga a luz ?
        Agora a sério, o que pensa que se pode propor ?

        Responder
        • A maneira mais simples é distribuir em papel a informação que consideramos fundamental para criar o incentivo de “quero saber mais!”… E a altura ideal para tal é nas manifestações tipo 15 de Setembro!
          Nem que seja através de esquemas!
          De resto a nível individual já aqui deixei algumas sugestões!

          Responder
        • Mas não tenho ILUSÕES… Há uns tempos atrás escrevi numas etiquetas a frase “A verdadeira funcionalidade da DEMOCRACIA, é permitir que os ESCRAVOS tenham LIBERDADE para CONSUMIR” e fui colando por locais de elevado tráfego de ESCRAVOS, é óbvio o resultado😆 !!!!

          Responder
        • Amadeu,

          Leia a resposta que dei ao Voz… e vão começando todos a pensar nisso.

          Responder
  9. Voz, meu querido, para ser como na Islândia e para não dizeres que 600.000 andam sem eira nem beira estou em vias de me tornar co-fundadora deste movimento: http://www.maisdemocracia.org/maisd/

    E vocês vão começando a pensar nisso.😉

    Responder
    • Fada…

      Já por lá fui ler umas coisas!
      Primeiro não gostei de ler em Português imposto pelo Estado Central!
      Segundo não gostei de ler que se pretende manter Forças Armadas!
      E como comecei a apanhar muita palavra escrita à moda Estatal… parei! Mas hei-de regressar!😎

      Responder
  10. Voz… se começamos assim, nunca haverá consenso… podemos esperar sentados.

    Queres nacionalismo e soberania sem defesa?! Tá bonito! Quanto à lingua portuguesa… é um lusófono quem me convidou:

    http://movv.org/

    beijinho

    Responder
    • Se é para mudar… e não vejo como as Forças Armadas são o “garante” da Soberania ou do Nacional(porreir)ismo… Basta olhar para os dias actuais!

      Mas há lá conceitos contraditórios… Por exemplo a permanência na UE e o das “Privatizações e Nacionalizações”
      Temos que ir escrevendo e discutindo sobre isto😎

      Responder
  11. Voz, se quiseres aderir, depois todos os membros discutirão isso entre eles!🙂 Há muita coisa que tem de ser discutida e modificada… isto será o princípio! O que já acho muito bom. Eu ainda estou como tu… a ver com o que concordo ou não, mas já disse que podem contar comigo.

    Responder
  12. É que andar para aqui a “mandar vir” sentada e impotente… desarma e cansa.👿

    Responder
    • SIm Fadinha… Mas não te esqueças que para já também será o mesmo… E nós não “mandamos só vir”!! Também estamos a divulgar factos recentes e antigos que permitem a quem eventualmente ande a cuscar por coisas diferentes aprofundar conhecimentos que poderão ajudar a escolher coisas mais sensatas neste espaço que agora está a surgir! Digo eu, que sou Totó!

      E por falar em mostras coisas giras, e para não colocar já o 2º episódio da Saga das “Sete Irmãs” o próximo também vai dar para RIR, à minha maneira Louca, mas enfim… Não dou para muito mais!😆 lol: lol: lol:

      Responder
    • E ainda relativo às Forças Armadas… ó Fadinha nem parece que acabaste de lançar uma mensagem sobre o TEMA das Forças Armadas da Corrupção e da Morte pelo Lucro… Ai … Ai…

      Responder
  13. Voz… já leste o livro “Nós os deuses?”…😉

    Responder
    • Fadinha… Por esta altura já devias saber que não sou muito dado a letras! Não li… Achas que vale a pena? De que trata?

      Responder
    • É o que tem isto
      “Algures, longe, muito longe, encontra-se uma ilha a que os seus habitantes chamam Éden. Aí, empoleirada sobre um alto planalto, uma cidade: Olimpo. No seu interior, uma estranha instituição, a Escola dos Deuses, e os seus professores: os dozes deuses da mitologia grega, encarregados de ensinar a arte de governar as multidões de humanos, dando-lhes o desejo de sobreviver, construir cidades, fazer guerra, inventar religiões ou elevar o nível de consciência.
      A nova turma? Cento e quarenta e quatro aprendizes-de-deus que vão ter de enfrentar-se através dos seus povos, dos seus profetas, cada qual com o seu estilo de divindade.
      Mas a vida no Éden não é o paraíso. Um aluno tenta matar os seus congéneres, outro ficou loucamente apaixonado pela mais sedutora das professoras, Afrodite, a deusa do amor, e todos se questionam sobre que luz será aquela, lá no alto da montanha, que parece expiá-los…”

      Responder
    • Fadinha…. 312 PÁGINAS😯😯😯😯

      Responder
  14. Exactamente!!🙂 e acaba muito bem!… eheheheh!!

    Responder
  15. Voz quanto ao MOV temos de “falar” a sério!😉

    Responder
  16. OK mas pensa em quem é que anda a guardar o espaço aéreo da Islândia!!👿

    Dorme bem que eu vou fazer o mesmo.🙂

    Beijinho e abraços, a todos.

    Responder

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