445…

E então? Ainda se lembram da mensagem sobre os testes? Se não se lembram, ou não leram, leiam aqui, e depois voltem a esta…

Bom…

E depois de fazer um ELISA que dê positivo, o que faço?

Como estes testes são uma verdadeira tanga, o que o sistema faz, é ganhar mais dinheiro, e vai e mandam fazer um “WESTERN BLOT ASSAY” com a desculpa de eliminar as hipóteses de falsos positivos e/ou confirmar o ELISA!!!

Falsos positivos?!? Mas que raio é isso?

Dizem eles que é “os resultados indicam que o HIV está presente, quando, na verdade, não está”

Para todos os cientistas/não cientistas que sabem que até hoje o tal retrovírus HTLV-III, designação comercial VIH, nunca foi isolado através do sangue de um indivíduo com SIDA, não é difícil compreender o porquê dos falsos positivos…

E agora observem com espanto, ou talvez não, quais as condições que provocam os falsos positivos:

* Os anticorpos anti-hidrato de carbono (52, 19, 13)
* Ocorram naturalmente anticorpos (5, 19)
* A imunização passiva: a recepção da gamaglobulina ou imunoglobulina (como profilaxia contra a infecção que contém anticorpos) (18, 26, 60, 4, 22, 42, 43, 13)
* Hanseníase (2, 25)
* Tuberculose (25)
* Mycobacterium avium (25)
* O lúpus eritematoso sistêmico (15, 23)
* Insuficiência renal (rim) (48, 23, 13)
* Hemodiálise / insuficiência renal (56, 16, 41, 10, 49)
* Terapia com interferon alfa em pacientes em hemodiálise (54)
* Gripe (36)
* Vacinação contra a gripe (30, 11, 3, 20, 13, 43)
* Herpes simplex I (27)
* Herpes simplex II (11)
* Infecção do trato respiratório superior (resfriado ou gripe) (11)
* A infecção viral recente ou exposição a vacinas virais (11)
* A gravidez em mulheres multíparas (58, 53, 13, 43, 36)
* Malária (6, 12)
* Altos níveis de imunocomplexos circulantes (6, 33)
* Hipergamaglobulinemia (altos níveis de anticorpos) (40, 33)
* Os falsos positivos em outros testes, incluindo RPR (rapid plasma reagente) teste para sífilis (17, 48, 33, 10, 49)
* A artrite reumatóide (36)
* A vacinação contra hepatite B (28, 21, 40, 43)
* Vacinação contra o tétano (40)
* O transplante de órgãos (1, 36)
* O transplante renal (35, 9, 48, 13, 56)
* Os anticorpos anti-linfócito (56, 31)
* Os anticorpos anti-colágeno (encontrada em homens homossexuais, hemofílicos, os africanos de ambos os sexos e pessoas com hanseníase) (31)
* Soro-positivos para fator reumatóide, anticorpos antinucleares (ambos encontrados na artrite reumatóide e outros auto-anticorpos) (14, 62, 53)
* Doenças auto-imunes (44, 29, 10, 40, 49, 43): O lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, doença do tecido conjuntivo, dermatomiosite
* Infecção viral aguda, infecções do DNA viral (59, 48, 43, 53, 40, 13)
* As neoplasias malignas (câncer) (40)
* A hepatite alcoólica / doença hepática alcoólica (32, 48, 40,10,13, 49, 43, 53)
* Colangite esclerosante primária (48, 53)
* Hepatite (54)
* “Sticky” sangue (os africanos) (38, 34, 40)
* Os anticorpos com alta afinidade para o poliestireno (usado em kits de teste) (62, 40, 3)
* As transfusões de sangue, múltiplas transfusões de sangue (63, 36,13, 49, 43, 41)
* O mieloma múltiplo (10, 43, 53)
* HLA anticorpos (para a Classe I e II antígenos leucocitários) (7, 46, 63, 48, 10, 13, 49, 43, 53)
* Anticorpo anti-músculo liso (48)
* Anticorpo anti-célula parietal (48)
* Anti-Hepatite A IgM (anticorpos) (48)
* IgM anti-HBc (48)
* A administração de preparações de imunoglobulina humana combinada antes de 1985 (10)
* Hemofilia (10, 49)
* Doenças hematológicas malignas de linfoma (43, 53, 9, 48, 13)
* Cirrose biliar primária (43, 53, 13, 48)
* Stevens-Johnson syndrome9, (48, 13)
* A febre Q com hepatite associada (61)
* Espécimes tratados termicamente (51, 57, 24, 49, 48)
* Soro lipêmico (sangue com altos níveis de gorduras ou lipídios) (49)
* Soro hemolisadas (hemoglobina do sangue, onde é separado dos glóbulos vermelhos) (49)
* A hiperbilirrubinemia (10, 13)
* Globulinas produzidas durante gamopatias policlonais (que são vistos em grupos de risco da AIDS) (10, 13, 48)
* Os indivíduos saudáveis ​​como resultado de mal-entendidos reações cruzadas (10)
* Ribonucleoproteínas humanos normais (48,13)
* Outros retrovírus (8, 55, 14, 48, 13)
* Os anticorpos anti-mitocondrial (48, 13)
* Os anticorpos anti-nucleares (48, 13, 53)
* Os anticorpos anti-microssomais (34)
* Células T de anticorpos contra antígenos leucocitários (48, 13)
* Proteínas no papel de filtro (13)
* O vírus de Epstein-Barr (37)
* A leishmaniose visceral (45)
* Sexo anal receptivo (39, 64)

Que tal? É uma lista absolutamente deliciosa… Mas vamos agora voltar à treta do Western Blot.

Agência Reguladora
REGULATORY BODY
Interpretação dos critérios
INTERPRETATION ON CRITERIA

Centers for Disease Control (CDC) and ASTPHLD
At least one ENV (gp41 and gp120/160) and p24

American Food and Drug Administration (FDA)
p24 and p31 and gp41 or gp120/gp160
Center Nationale Transfusion Sanguine
Two ENV bands with GAG or POL
World Health Organization (WHO)
Two ENV bands with or without GAG or POL
Consortium for Retrovirus Serology Standardization
One band of p24 or p31 and ENV ban

American Red Cross (ARC)
One band each of GAG, POL and ENV

German Association for Control of Viral Diseases (DVV)
One ENV and at least one GAG or POL band, see also DIN 58 969, part 41

Esta tabela mostra a verdadeira vergonha deste negócio bilionário… É assim que se faz…
Mudam-se os critérios à vontade do capital! Num País somos sãos como um pêro… no País ao lado estamos com os dias contados… temos VIH… temos SIDA… vamos morrer… mas antes temos que dar lucro, porque morrer à borla não vale!

Confusos com a tabela, e com esta história dos Países?

A ver se a imagem ajuda…

Ainda não acreditam? Vai uma história verdadeira?

Fica para a próxima mensagem de “Repensar a SIDA”… Continua brevemente

Lista das Referências para os falsos positivos:
1. Agbalika F, Ferchal F, Garnier J-P, et al. 1992. False-positive antigens related to emergence of a 25-30 kD protein detected in organ recipients. AIDS. 6:959-962.

2. Andrade V, Avelleira JC, Marques A, et al. 1991. Leprosy as a cause of false-positive results in serological assays for the detection of antibodies to HIV-1. Intl. J. Leprosy. 59:125.

3. Arnold NL, Slade RA, Jones MM, et al. 1994. Donor follow up of influenza vaccine-related multiple viral enzyme immunoassay reactivity. Vox Sanguinis. 67:191.

4. Ascher D, Roberts C. 1993. Determination of the etiology of seroreversals in HIV testing by antibody fingerprinting. AIDS. 6:241.

5. Barbacid M, Bolgnesi D, Aaronson S. 1980. Humans have antibodies capable of recognizing oncoviral glycoproteins: Demonstration that these antibodies are formed in response to cellular modification of glycoproteins rather than as consequence of exposure to virus. Proc. Natl. Acad. Sci. 77:1617-1621.

6. Biggar R, Melbye M, Sarin P, et al. 1985. ELISA HTLV retrovirus antibody reactivity associated with malaria and immune complexes in healthy Africans. Lancet. ii:520-543.

7. Blanton M, Balakrishnan K, Dumaswala U, et al. 1987. HLA antibodies in blood donors with reactive screening tests for antibody to the immunodeficiency virus. Transfusion. 27(1):118.

8. Blomberg J, Vincic E, Jonsson C, et al. 1990. Identification of regions of HIV-1 p24 reactive with sera which give “indeterminate” results in electrophoretic immunoblots with the help of long synthetic peptides. AIDS Res. Hum. Retro. 6:1363.

9. Burkhardt U, Mertens T, Eggers H. 1987. Comparison of two commercially available anti-HIV ELISA’s: Abbott HTLV-III ELA and DuPont HTLV-III ELISA. J. Med. Vir. 23:217.

10. Bylund D, Ziegner U, Hooper D. 1992 Review of testing for human immunodeficiency virus. Clin. Lab. Med. 12:305-333.

11. Challakere K, Rapaport M. 1993. False-positive human immunodeficiency virus type 1 ELISA results in low-risk subjects. West. J. Med. 159(2):214-215.

12. Charmot G, Simon F. 1990. HIV infection and malaria. Revue du practicien. 40:2141.

13. Cordes R, Ryan M. 1995. Pitfalls in HIV testing. Postgraduate Medicine. 98:177.

14. Dock N, Lamberson H, O’Brien T, et al. 1988. Evaluation of atypical human immunodeficiency virus immunoblot reactivity in blood donors. Transfusion. 28:142.

15. Esteva M, Blasini A, Ogly D, et al. 1992. False positive results for antibody to HIV in two men with systemic lupus erythematosus. Ann. Rheum. Dis. 51:1071-1073.

16. Fassbinder W, Kuhni P, Neumayer H. et al. 1986. Prevalence of antibodies against LAV/HTLV-III [HIV] in patients with terminal renal insufficiency treated with hemodialysis and following renal transplantation. Deutsche Medizinische Wochenschrift. 111:1087.

17. Fleming D, Cochi S, Steece R. et al. 1987. Acquired immunodeficiency syndrome in low-incidence areas. JAMA. 258(6):785.

18. Gill MJ, Rachlis A, Anand C. 1991. Five cases of erroneously diagnosed HIV infection. Can. Med. Asso. J. 145(12):1593.

19. Healey D, Bolton W. 1993. Apparent HIV-1 glycoprotein reactivity on Western blot in uninfected blood donors. AIDS. 7:655-658.

20. Hisa J. 1993. False-positive ELISA for human immunodeficiency virus after influenza vaccination. JID. 167:989.

21. Isaacman S. 1989. Positive HIV antibody test results after treatment with hepatitis B immune globulin. JAMA. 262:209.

22. Jackson G, Rubenis M, Knigge M, et al. 1988. Passive immunoneutralisation of human immunodeficiency virus in patients with advanced AIDS. Lancet, Sept. 17:647.

23. Jindal R, Solomon M, Burrows L. 1993. False positive tests for HIV in a woman with lupus and renal failure. NEJM. 328:1281-1282.

24. Jungkind D, DiRenzo S, Young S. 1986. Effect of using heat-inactivated serum with the Abbott human T-cell lymphotropic virus type III [HIV] antibody test. J. Clin. Micro. 23:381.

25. Kashala O, Marlink R, Ilunga M. et al. 1994. Infection with human immunodeficiency virus type 1 (HIV-1) and human T-cell lymphotropic viruses among leprosy patients and contacts: correlation between HIV-1 cross-reactivity and antibodies to lipoarabionomanna. J. Infect. Dis. 169:296-304.

26. Lai-Goldman M, McBride J, Howanitz P, et al. 1987. Presence of HTLV-III [HIV] antibodies in immune serum globulin preparations. Am. J. Clin. Path. 87:635.

27. Langedijk J, Vos W, Doornum G, et al. 1992. Identification of cross-reactive epitopes recognized by HIV-1 false-positive sera. AIDS. 6:1547-1548.

28. Lee D, Eby W, Molinaro G. 1992. HIV false positivity after hepatitis B vaccination. Lancet. 339:1060.

29. Leo-Amador G, Ramirez-Rodriguez J, Galvan-Villegas F, et al. 1990. Antibodies against human immunodeficiency virus in generalized lupus erythematosus. Salud Publica de Mexico. 32:15.

30. Mackenzie W, Davis J, Peterson D. et al. 1992. Multiple false-positive serologic tests for HIV, HTLV-1 and hepatitis C following influenza vaccination, 1991. JAMA. 268:1015-1017.

31. Mathe G. 1992. Is the AIDS virus responsible for the disease? Biomed & Pharmacother. 46:1-2.

32. Mendenhall C, Roselle G, Grossman C, et al. 1986. False-positive tests for HTLV-III [HIV] antibodies in alcoholic patients with hepatitis. NEJM. 314:921.

33. Moore J, Cone E, Alexander S. 1986. HTLV-III [HIV] seropositivity in 1971-1972 parenteral drug abusers – a case of false-positives or evidence of viral exposure? NEJM. 314:1387-1388.

34. Mortimer P, Mortimer J, Parry J. 1985. Which anti-HTLV-III/LAV [HIV] assays for screening and comfirmatory testing? Lancet. Oct. 19, p873.

35. Neale T, Dagger J, Fong R, et al. 1985. False-positive anti-HTLV-III [HIV] serology. New Zealand Med. J. October 23.

36. Ng V. 1991. Serological diagnosis with recombinant peptides/proteins. Clin. Chem. 37:1667-1668.

37. Ozanne G, Fauvel M. 1988. Perfomance and reliability of five commercial enzyme-linked immunosorbent assay kits in screening for anti-human immunodeficiency virus antibody in high-risk subjects. J. Clin. Micro. 26:1496.

38. Papadopulos-Eleopulos E. 1988. Reappraisal of AIDS – Is the oxidation induced by the risk factors the primary cause? Med. Hypo. 25:151.

39. Papadopulos-Eleopulos E, Turner V, and Papadimitriou J. 1993. Is a positive Western blot proof of HIV infection? Bio/Technology. June 11:696-707.

40. Pearlman ES, Ballas SK. 1994. False-positive human immunodeficiency virus screening test related to rabies vaccination. Arch. Pathol. Lab. Med. 118-805.

41. Peternan T, Lang G, Mikos N, et al. Hemodialysis/renal failure. 1986. JAMA. 255:2324.

42. Piszkewicz D. 1987. HTLV-III [HIV] antibodies after immune globulin. JAMA. 257:316.

43. Profitt MR, Yen-Lieberman B. 1993. Laboratory diagnosis of human immunodeficiency virus infection. Inf. Dis. Clin. North Am. 7:203.

44. Ranki A, Kurki P, Reipponen S, et al. 1992. Antibodies to retroviral proteins in autoimmune connective tissue disease. Arthritis and Rheumatism. 35:1483.

45. Ribeiro T, Brites C, Moreira E, et al. 1993. Serologic validation of HIV infection in a tropical area. JAIDS. 6:319.

46. Sayers M, Beatty P, Hansen J. 1986. HLA antibodies as a cause of false-positive reactions in screening enzyme immunoassays for antibodies to human T-lymphotropic virus type III [HIV]. Transfusion. 26(1):114.

47. Sayre KR, Dodd RY, Tegtmeier G, et al. 1996. False-positive human immunodeficiency virus type 1 Western blot tests in non-infected blood donors. Transfusion. 36:45.

48. Schleupner CJ. Detection of HIV-1 infection. In: (Mandell GI, Douglas RG, Bennett JE, eds.) Principles and Practice of Infectious Diseases, 3rd ed. New York: Churchill Livingstone, 1990:1092.

49. Schochetman G, George J. 1992. Serologic tests for the detection of human immunodeficiency virus infection. In AIDS Testing Methodology and Management Issues, Springer-Verlag, New York.

50. Simonsen L, Buffington J, Shapiro C, et al. 1995. Multiple false reactions in viral antibody screening assays after influenza vaccination. Am. J. Epidem. 141-1089.

51. Smith D, Dewhurst S, Shepherd S, et al. 1987. False-positive enzyme-linked immunosorbent assay reactions for antibody to human immunodeficiency virus in a population of midwestern patients with congenital bleeding disorders. Transfusion. 127:112.

52. Snyder H, Fleissner E. 1980. Specificity of human antibodies to oncovirus glycoproteins; Recognition of antigen by natural antibodies directed against carbohydrate structures. Proc. Natl. Acad. Sci. 77:1622-1626.

53. Steckelberg JM, Cockerill F. 1988. Serologic testing for human immunodeficiency virus antibodies. Mayo Clin. Proc. 63:373.

54. Sungar C, Akpolat T, Ozkuyumcu C, et al. Alpha interferon therapy in hemodialysis patients. Nephron. 67:251.

55. Tribe D, Reed D, Lindell P, et al. 1988. Antibodies reactive with human immunodeficiency virus gag-coated antigens (gag reactive only) are a major cause of enzyme-linked immunosorbent assay reactivity in a bood donor population. J. Clin. Micro. April:641.

56. Ujhelyi E, Fust G, Illei G, et al. 1989. Different types of false positive anti-HIV reactions in patients on hemodialysis. Immun. Let. 22:35-40.

57. Van Beers D, Duys M, Maes M, et al. Heat inactivation of serum may interfere with tests for antibodies to LAV/HTLV-III [HIV]. J. Vir. Meth. 12:329.

58. Voevodin A. 1992. HIV screening in Russia. Lancet. 339:1548.

59. Weber B, Moshtaghi-Borojeni M, Brunner M, et al. 1995. Evaluation of the reliability of six current anti-HIV-1/HIV-2 enzyme immunoassays. J. Vir. Meth. 55:97.

60. Wood C, Williams A, McNamara J, et al. 1986. Antibody against the human immunodeficiency virus in commercial intravenous gammaglobulin preparations. Ann. Int. Med. 105:536.

61. Yale S, Degroen P, Tooson J, et al. 1994. Unusual aspects of acute Q fever-associated hepatitis. Mayo Clin. Proc. 69:769.

62. Yoshida T, Matsui T, Kobayashi M, et al. 1987. Evaluation of passive particle agglutination test for antibody to human immunodeficiency virus. J. Clin. Micro. Aug:1433.

63. Yu S, Fong C, Landry M, et al. 1989. A false positive HIV antibody reaction due to transfusion-induced HLA-DR4 sensitization. NEJM.320:1495.

64. National Institue of Justice, AIDS Bulletin. Oct. 1988.

Artigo anterior
Artigo seguinte
Deixe um comentário

10 comentários

  1. Realmente o Homem é impressionante… TUDO serve para ganhar dinheiro. Desconhecia esses dados, dão que pensar… e muito! Deixo-lhe aqui também uma sugestão de um documentário que vi onteontem e que achei muito esclarecedor e “eye-opening”, sobre a psiquiatria, a sua falsa ciência e os seus lucros exorbitantes:

    http://www.youtube.com/watch?v=c1NF7x-yfuc

    A história é muitissimo semelhante e o objectivo da criação de ambas (psiquiatria e sida), o mesmo: $$$ e nada mais.

    Responder
  2. TUDO SERVE…

    Se quiseres saber mais vê as mensagens com a Etiqueta 'SIDA Lda'

    E depois vê as que estão com a Etiqueta 'Repensar a SIDA'…

    Fazem-nos ver o genocídio à moda do Século XXI… quais campos de concentração qual quê! Agora ganham dinheiro com a morte deles!

    Responder
  3. Esta mensagem foi removida pelo autor.

    Responder
  4. Pois é Voz… eu também gostaria de saber porque é que o Bill Gates, tem uma Fundação para a SIDA em Moçambique!
    Já o disse e volto a dizer, que ouvi no noticiário da TSF, em 2008, o telefonema de um bispo a dizer, com a voz alterada pela indignação e pela raiva, que todas as vacinas e cura para a SIDA, iam contaminadas e que os ocidentais estavam a provocar o assassínio em massa naquele País. Fiquei petrificada, bem como o Miguel e a locutora… que ficou em silêncio vários segundos e depois notamos que esta estava perplexa e perturbada, balbuciou e mudou de assunto. Eu disse: – se este Homem amanhã não vier desmentir o que disse, é um homem morto e fiquei preocupada. No dia seguinte à mesma hora, o bispo volta a telefonar mas desta vez com a voz embargada pelo terror, suponho que com uma pistola virada a si e depois de muita tortura. E desmentiu… uma coisa que até me fez doer!… Passados dois dias, a notícia de que uma quadrilha de pretos terroristas, ou guerrilheiros entre tribos…(não souberam definir, incrivel), tinham assassinado um bispo moçambicano e um grupo de missionários da mesma diocese. Nunca mais se ouviu a notícia… e logo a TSF! que rpete sem fim… bem como os telefonemas. Basta juntar 2+2=4…
    Também ninguém se pergunta pq é que o Holocausto dos judeus, foi ordenado por um judeu sionista!
    Desta feita, Começaram o genocídio nos anos 80 e ninguém se questiona!
    Quanto a isso deixo aqui algo que nos pode ajudar a saber, no perigo em que o mundo pode estar metido:

    http://lux-citania.org/4reich.htm

    Quanto a denúncias, gostaria de deixar aqui um copy paste de outra, feita por um bispo do Congo em relação ao maldito coltan, o ouro da tecnologia:

    «Mais recentemente, o bispo congolês de Kaminha, Jean-Anatole Kalala Kaseba declarou: “os que criaram esta situação podem terminá-la, especialmente os EUA. A ONU está ali, inclusive na minha diocese. São observadores. Têm um programa que não querem dizer-nos. Asseguram que vieram para interpor-se aos beligerantes, mas vem a confirmar a repartição do país. Preferiríamos que estivessem em todas as cidades, mas não estão presentes em Uganda nem na Ruanda. Temos razões para crer que foram enviados pelas multinacionais. O presidente de Botsuana Kett Masire – o mediador do conflito congolês – disse claramente que se fracassar o diálogo inter-congolês, a ONU tomará de novo o país em suas mãos. Não é novidade. Esta guerra foi provocada para isso. A ONU quer que fracasse o diálogo inter-congolês para dirigir o país como um protetorado. Creio que a ONU está hoje a serviço de uma grande potência e faz o que esta quer.”

    Isto não é apenas um temor. Em março de 2002, o governo de Ruanda, que converteu parte de Kivu em uma extensão de seu território, se apropriou de todos os serviços telefônicos nacionais de Buvaku.»

    Vai aqui o link para quem quiser saber as injustiças que se passam no submundo humano:http://latinoamericana.org/2003/textos/portugues/Coltan.htm

    Responder
  5. O Bill… O Bill… ele e a família são tipo a família Rockefeller. Nem preciso escrever mais nada!

    Quanto à SIDA e ao esquema montado pelo complexo Médico-Farmacêutico… é brilhante e dá triliões… felizmente que já há muitos a falar sobre a verdade… pode ser que daqui por uns anos a palhaçada acabe!

    Quanto ao coltan… já aqui escrevi sobre ele… a última foi com o sorriso da criança!
    Todos nós somos culpados, eu incluído… pois todos utilizamos bens que têm coltan.

    Responder
  6. … São tipo a família Rockfeller, senão fazem já parte dela… estes casam-se entre eles.

    É a 1ª vez que vejo o VOZ optimista… a palhaçada acabar?! Então?! não vê que as pessoas estão formatadas para acreditar no que lhes metem à frente? fazem disso dogma e depois ainda lincham quem diz o contrário. É que, se se lembra, o Antoine Proença, do FB, escreveu um artigo sobre isso e foi um 31! OK; aqui o VOZ mostra dados… números, mas não chega. Para mim chegou a argumentação do Antoine e o pedido de socorro do bispo moçambicano, mas neste MATRIX, os que tomaram o comprimido azul, vão dizer que o VOZ nãoo está bem… veja lá se não vai parar a uma clínica psiquiátrica… por pouco não me aconteceu e por muito menos… daí eu ter saído da net por uns tempos… Há pessoas que não sabem o que é ver através de um prisma e essas tramam as que conseguem ver através dele. FORMATAÇÃO DO CÉREBRO!

    Quanto ao COLTAN, foi através do VOZ que eu soube o que era… daí fui pesquisar. Se em 2002 já tinham morrido 2 milhões por causa do coltan, imagine passados quase 10 anos! Não, nem todos temos culpa por usar o material… poderia ser uma forma correcta e civilizada para o comercializar… não temos culpa que a ganância de alguns leve a uma coisa destas. Se fossem homens com H (grande) e não homenzinhos reles, aquilo poderia até ser um motivo de desenvolvimento do Congo e não o contrário. Mas o Mal impera. Voz… tem de insistir na divulgação, desta coisa dantesca.

    Responder
  7. Fadinha! Tem razão… shlap shlap… já me esbofeteei…

    Deve ter sido de estar a ouvir passarinhos! Oiça a Fada aqui e depois diz-me se também não ficas optimista!

    Quanto ao coltan… assim que sair o novo iphone e sair os vídeos das filas de tótós volto à carga!

    Responder
  8. Pelos vistos não deram por ela…
    Para mim a cereja das condições para se ter um falso-positivo é…

    Gravidez!

    Maravilha… é dois em um: arranja-se logo mais uma “vítima” para vender drogas até a matar e tem-se logo mais um novo cliente assim que nasça…

    É ou não um esquema do melhor!!!

    Responder
  9. A gravidez tb serviu para diagnosticarem a uma pessoa muito próxima de mim, um tumor (o teste de gravidez dava negativo por ser muito recente) e ala de receitarem medicamentos para esse tumor.
    É inacreditável a falta de dedicação e seriedade de alguns (não digo muitos para não ferir) médicos.
    Por muitos pagam uns poucos.
    É um mundo altamente esquemático e estudado para sermos todos uns peões neste jogo de estratagemas sem ética nenhuma que se chama economia.
    É preciso estar sempre atento infelizmente.

    Responder
  1. 590… « O Tempo Chegou… de BOICOTAR o PRESENTE.

Escrever um pensamento...

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: