409…

REPENSAR O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÉNICO

Prontos?

Vamos lá então abrir o cérebro a uma nova fonte de dados, todos científicos, no mínimo iguais aos que afirmam que o Aquecimento Global (A.G.) é devido a causas Antropogénicas.

E que melhor forma de começar este Repensar, que de forma ligeira e alegre.

E para isto vou-me socorrer do laureado com o Prémio Nobel da Paz em 2007 o Senhor Albert Arnold (Al) Gore Jr. que, segundo a Academia recebeu este Nobel (juntamente com o IPCC)

“for their efforts to build up and disseminate greater knowledge about man-made climate change, and to lay the foundations for the measures that are needed to counteract such change”

“pelos seus esforços para erguer e disseminar um grande conhecimento sobre as alterações climáticas provocadas pelo Homem, e por lançarem os alicerces para as medidas que são necessárias para contrariar tais mudanças”

Vamos lá então começar…

Afirmou, por escrito:
“The melting of the ice represents bad news for creatures like polar bears. A new scientific study shows that, for the first time, polar bears have been drowning in significant numbers. Such deaths have been rare in the past. But now, these bears find they have to swim much longer distances from floe to floe. In some places, the edge of the ice is 30 to 40 miles from the shore.” Al Gore, pág. 147 do livro “An Inconvenient Truth”

“O degelo representa más notícias para criaturas como o urso polar. Um novo estudo científico mostra que, pela primeira vez, os ursos polares se têm vindo a afogar em números cada vez mais significativos. Tais mortes eram raras no passado. Mas agora, estes ursos vêem-se na situação de terem de nadar distâncias muito mais longas de bloco de gelo em bloco de gelo. Em alguns lugares, o limite do gelo está a cerca de 48 a 65 Km da costa” Al Gore, pág. 147 do livro “Uma Verdade Inconveniente”
(meus realces)

E também oralmente:

E é aqui que o caldo se entorna…

O estudo que o Al Gore refere é

“Observations of mortality associated with extended open-water swimming by polar bears in the Alaskan Beaufort Sea” Charles Monnett & Jeffrey S. Gleason, Polar Biol (2006) 29: 681–687

E em parte nenhuma deste estudo está escrito que os Ursos se afogaram pelos motivos que o Al Gore afirmou.

O que está então no estudo?

Sumário:
“Durante levantamentos aéreos ocorridos em Setembro de 1987 a 2003, um total de 315 ursos polares vivos foram observados, com 12 (3,8%) animais em águas abertas, definida para os propósitos desta análise como águas marinhas >2Km a norte da costa ou da barreira de ilhas associadas do Mar Beaufort Alaska. Nenhuma carcaça de urso polar foi observada. Durante levantamentos aéreos no início de Setembro de 2004, 55 ursos polares (Ursus maritimus) foram vistos, 51 estavam vivos, e destes, 10 (19.9%) estavam em águas abertas. Além disso, quatro carcaças de urso polar foram vistas a flutuar em águas abertas e estes tinham, presumivelmente, afogado-se.”

Ainda se lembram do que disse, e escreveu o Al Gore, e que eu realcei?

números cada vez mais significativos

São estes os números significativos: 4 QUATRO ursos polares mortos, PRESUMIVELMENTE, por afogamento…

Os círculos preenchidos a preto representam os 4 ursos encontrados, mortos em Setembro de 2004.

Mas não fica por aqui… não senhor o Al Gore quando mente enche o peito de ar e aí vai disto…
Continua o estudo…

Durante as observações entre 1987 a 2003 nenhum urso polar morto foi avistado, em Setembro de 2004, foram avistados 4. Porquê?

Concluíram os cientistas:
“As nossas observações sugerem que os ursos polares que nadavam em águas abertas perto de Kaktovik morreram afogados devido a um período de ventos muito elevados com as correspondentes condições ásperas do mar entre 10 e 13 de Setembro de 2004” (meu realce)

Devo acrescentar que o estudo foi realizado a bordo de um avião “de Havilland Twin Otter Series 300” especialmente equipado com janelas bolha na retaguarda para permitir a observação, que era efectuada a cerca de 450 metros de altitude e velocidade de cruzeiro de 200-250 Km/h.

Também tenho que salientar o facto de os cientistas terem presumido que a causa da morte foi o afogamento devido às extremas e severas condições do mar, e que nunca foram recuperadas as carcaças para posterior necropsia, o que ajudaria a esclarecer a causa da morte.

Concluindo…

O que este estudo demonstra é que em 2004 morreram presumivelmente por afogamento 4 QUATRO ursos polares devido a condições extremas e severas do mar, e NÃO devido ao Aquecimento global nem ao degelo.
No fim do estudo, os cientistas sugerem que sejam tomadas medidas nas actividades antropogénicas, transporte marítimo, quebra-gelos, indústria de gás e petróleo e outras actividades em águas abertas, por forma a que se minimizem os riscos de provocar danos a estes animais.

(Cada vez mais os Nobel se atascam neste antro de mentiras e falsificações… prémio Nobel da Paz 2007… devia era ter recebido umas boas reguadas… palhaço. Ah… já me ia esquecendo… as mentiras do Al Gore não se ficam por esta!!!)

Bem… foi uma boa forma de começar este “REPENSAR O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÉNICO”… mas continuarei a seguir já não mencionando este mentiroso, mas sim outro tipo de informação científica…

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3 comentários

  1. São em pequenos detalhes ou falhas insignificantes que os negacionistas do aquecimento global se apoiam para chegarem à conclusão de que, porque houve um pequeno lapso, tudo resto é falso, e assim lançarem a dúvida e o encolher de ombros conveniente: “afinal, deixa andar, queima petróleo, carvão à vontade, não é preciso mudar nada… e se houver problema, as futuras gerações que os resolvam”! E isto ouvi eu!

    Responder
  2. Lá está a Manuela a desviar as atenções… leu de cruz?
    Ninguém aqui nega o aquecimento global, nem tão pouco o arrefecimento global, ambos existem.
    A Manuela é que parece estar numa de “Religião CO2” em que não vê mais nada para além da “Bíblia CO2”
    Tenha calma… que lá iremos a seu tempo… e se no fim quiser continuar na sua crença “CO2” continue…
    Quanto aos seus “pequenos detalhes”… pegar-se num estudo e afirma-se que nesse estudo se comprovou algo que afinal o estudo não comprova, aliás nem tão pouco faz referência a Aquecimento Global via CO2 nem a nada do género, não me parece que seja um pequeno detalhe… Mas como já referi nem sequer vou pegar mais nas mentiras deste charlatão para mais nada, apenas utilizei este exemplo para animar a malta!!!
    Já agora… sempre que vejo a Manuela a falar de carvão… também penso como você “são pequenos detalhes, e há que incentivar o uso do carvão”

    Responder
  3. Olá! Boa noite!
    (Não tenho a certeza se o meu comentário foi publicado com sucesso, por isso vou tentar reescrevê-lo)

    Começo por agradecer os vários posts sobre a influência ou não do CO2 na variação da temperatura, que achei interessantes..
    No entanto, começo por relembrar que o CO2 é um gás efeito de estufa e reagente na formação de O3 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_atmosf%C3%A9rica) e se os gráficos da NASA mostram que já houve picos em que a temperatura foi mais elevada e que a variação da temperatura é independente de uma certa quantidade de CO2 (nunca acima dos 300 ppm), quem garante que uma quantidade bastante superior de CO2 não afectará a temperatura? e que os picos de temperatura elevada cíclicos não serão ainda piores no futuro devido à quantidade de CO2 superior. A verdade é que nunca os valores de CO2 foram tão elevados e os mesmos gráficos da NASA mostram que a variação da temperatura anda praticamente sempre a lado com a variação de CO2 (www.moralhazardsociety.com/tag/global-warming).
    De ter em atenção também que a quantidade de CO2 não afecta a temperatura de forma instantânea.
    Por fim, relembro que até o “Hitler do Clima” já mudou de opinião e já tem em conta algumas recomendações do IPCC (www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/lider-dos-ceticos-do-aquecimento-global-muda-de)

    Obrigado!

    Responder

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