405…

Como começou?

(Tem legendas em português)

Foi assim que em 23 de Abril de 1984 se criou o VIH…

Se não deram conta, eu alerto! A senhora disse “A causa PROVÁVEL…”

E de CAUSA PROVÁVEL a EVIDÊNCIA CIENTÍFICA DEVIDAMENTE COMPROVADA foi um ápice…

No dia seguinte os tablóides de toda a imprensa americana anunciavam ao Mundo que tinha sido
“Descoberta a causa da SIDA – o VIH”

Curiosamente, ou nem tanto, no dia anterior, 22 de Abril de 1984, o tal “génio” Robert Gallo, tinha entregue na Agência de Patentes dos Estados Unidos, o registo para a Patente de:

“Serological detection of antibodies to HTLV-III in sera of patients with AIDS and pre-AIDS condition”
ver aqui
“Detecção soro-lógica de anticorpos para HTLV-III em soros de pacientes com SIDA e condições pré-SIDA”

Ora, o teste para o HTLV-III, oh desculpem sou mesmo burro, para o VIH estava patenteado, o lucro garantido… só faltava a propaganda… e ela veio em força, como ainda hoje podemos constatar!

Mas então, para que serve este teste?

Como diz o próprio registo de patente “detecção soro-lógica de anticorpos…”.

Dizem que quando o nosso corpo produz anticorpos é sinal que estamos imunes ao agente (bactérias, fungos, vírus, etc.) que entrou em contacto com o nosso sistema imunitário, e que, salvo raras excepções à regra geral, sobreviveremos às maleitas que estes organismos nos provocam!

Pelos vistos esta noção está errada, e a nossa evolução terá que ser re-escrita, pois no caso do HTLV-III, designação comercial VIH, o facto de termos os anticorpos, ao contrário do que seria de esperar, é visto como o início do FIM… isto é, o facto de o nosso sistema imunitário ter anticorpos para o tal vírus (retrovirus), ou seja, estamos naturalmente protegidos, é sinal de que vamos Morrer!!!

Mas, deixemos por momentos esta noção ultrapassada de sistema imunitário e anticorpos que nos protegem!!!

O primeiro teste ao VIH que normalmente os laboratórios executam são testes do tipo ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay).

Se der positivo, ou +- positivo, e dependendo do País onde estamos, fazem outro teste de “confirmação”, um Western blot (WB), que também tem mais que uma forma de ser interpretado e analisado pelos técnicos de laboratórios, pois também varia de fabricante para fabricante, e entre países! Ciência pura e dura!

(Só por curiosidade” Vi num documentário uma entrevista a dois técnicos em que ambos analisaram o mesmo sangue, e para um o resultado do WB foi positivo, e para o outro foi negativo… coisa fantástica não é! Para um vamos viver, para o outro podemos começar a escolher o caixão!!!)

Agora a parte divertida desta mensagem:

TODOS REAGIMOS POSITIVO NOS TESTES ELISA PARA O VIH

Não, não sou Eu que o afirmo…

O Senhor Roberto A. Giraldo, MD, em 1999 levava já, mais de 6 anos a trabalhar num dos mais prestigiados Hospitais Universitários de Nova Iorque no laboratório de imunologia clínica, e foi aí que conheceu em profundidade os testes (ELISA, Western blot e Cargas Virais) que são efectuados para “aferir” se alguém é “VIH+”.

No entanto, como é lógico, não executava apenas testes para o VIH.

Um dia ele deparou-se com algo que lhe começou a provocar uma certa comichão:

Nas características do teste o fabricante informava que o ELISA tinha que ser feito diluindo o soro de um individuo numa razão 1:400, e que essa diluição era efectuada como um diluente especial que continha:
“0.1% triton X-100, Bovine and Goat Sera (minimum concentration of 5%) and Human T-Lymphocyte Lysate (minimum titer 1:7500). Preservative: 0.1% Sodium Azide1” (info do fabricante)

Foi esta elevada diluição (400x) que provocou a tal comichão!

E porquê?

Bem o Roberto A. Giraldo, como trabalhador da área estava ao corrente e ciente de muita informação e características de outros testes para outras doenças.
Por exemplo, os testes que se fazem para a detecção de anticorpos para os vírus das hepatites A e B, do vírus da rubéola, da sífilis, do Histoplasma e do Cryptococcus, além de outros, são feitos sem qualquer diluição 1:1.

Porém, em outros casos para se evitar os falsos positivos, utilizam-se diluições, exemplo do sarampo, varicela e papeira com diluições de 1:16, o citomegalovírus é com 1:20 e o vírus Epstein-Barr com 1:10.

Ora como qualquer ser minimamente curioso faria, o Giraldo também se questionou do que haveria de tão especial neste pequeno, e insignificante, retrovírus “VIH” para que se tivesse que utilizar uma diluição de 1:400!?!

E meteu mãos à obra!

E o teste/estudo que fez foi:

Ao longo de um determinado período de tempo testou sangue, que lhe fora enviado por outros médicos solicitando que fosse efectuado o ELISA para o VIH, o que indica que esses médicos suspeitam que os pacientes possam estar “infectados” com VIH.

Como fez?

Efectuou primeiro o teste (ELISA) conforme manda o fabricante, utilizando os produtos por eles fornecidos e todos os 100 testes deram negativo VIH-

De seguida, fez outra vez o teste (ELISA) conforme manda o fabricante, utilizando os produtos por eles fornecidos, a única excepção foi que não efectuou a diluição de 1:400, fez o teste em 1:1, e todos os 100 testes deram positivo VIH+

Espantado com o resultado fez, só por curiosidade, os dois tipos de teste ao seu próprio sangue.

O resultado… O MESMO!

Com diluição 1:400 VIH-
Sem diluição 1:1 VIH+

Fico por agora,por aqui. Aproveitem para porem o cérebro a matutar no porquê disto acontecer…
Continua brevemente…

NÃO SE ESQUEÇAM DE LER TODAS AS OUTRAS MSG COM OS MARCADORES ‘REPENSAR A SIDA’ & ‘SIDA Lda.’
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3 comentários

  1. Mas mesmo que nao haja comentarios, a informaçao esta passada.

    Com certeza nao se esquecerao.

    Responder
  2. Matutando aqui enquanto guardo a bagunça…”alguns” eles querem que tenha o vírus outros não??? Aiiiiiiiiiiiii dB, tô tão louca com a mudança que nem consigo assimilar minha própria massa cinzenta affffffffffffff
    Manda logo a outra parte!!!

    Responder
    • Olá RITA…😆 estás mesmo desorientada ihih… Tive que actualizar esta mensagem (a 405) pois na migração muitos dos links antigos para vídeos do Youtube escritos no código html antigo não passaram… então ando a actualizar as msgs… não sei porque raio nesta o WP colocou-a na lista de RSS como “nova” msg mas não foi… a msg “405…” foi publicada em 18DEZ2010 e já teve a continuação… Bjhs!

      Responder

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